Nesta sexta-feira (12), o candidato ao governo do estado de São Paulo, João Doria (PSDB), viajou até o Rio de Janeiro em busca do candidato à presidência Jair Bolsonaro (PSL), no entanto, o presidenciável não apareceu para firmar a aliança partidária com o candidato tucano.

Segundo informação divulgada no portal G1, a intenção da viagem de João Doria ao Rio de Janeiro era a de gravar um vídeo com Bolsonaro, demonstrando o apoio mútuo das duas candidaturas, já que em São Paulo, Doria enfrenta Márcio França (PSB) no segundo turno das Eleições para governador e Bolsonaro enfrenta o petista Fernando Haddad nas eleições presidenciais.

Apesar do esforço de Doria, o capitão reformado do Exército alegou que sofreu um mal-estar e por isso não participou do encontro. A reunião estava marcada para acontecer na casa do empresário Paulo Marinho, apoiador do candidato do PSL.

Após a tentativa frustrada de tentar se encontrar com Bolsonaro, Doria concedeu uma entrevista aos jornalistas e afirmou que compreende perfeitamente o estado de saúde de Bolsonaro e que o candidato necessita de repouso e que situações de mal-estar realmente iriam ocorrer no processo de recuperação.

Ao lado do candidato ao governo paulista estava Joice Hasselmann, eleita deputada federal pelo PSL e Paulo Guedes, homem de confiança de Bolsonaro e futuro ministro da fazenda, numa eventual vitória de Bolsonaro no segundo turno.

O PSDB partido de João Doria já informou publicamente que ficará neutro na corrida presidencial.

Bolsonaro estaria se esquivando das disputas regionais

Segundo informações concedidas por interlocutores de Bolsonaro ao portal G1, o presidenciável estaria se esquivando de participar de alianças políticas regionais, já quem em diversas regiões, os seus aliados estariam apoiando mais de um candidato.

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Jair Bolsonaro Eleições

Como no caso do senador eleito em São Paulo, Major Olimpio, que declarou publicamente seu apoio a Márcio França.

Em reuniões com integrantes de seu partido, Bolsonaro já havia deixado claro o desejo de não fechar alianças partidárias de apoio a sua candidatura. Até o momento, apenas PTB e PSC informaram apoio ao presidenciável, no entanto, o apoio foi feito unilateralmente.

Sem participar de compromissos públicos nesta sexta-feira, Bolsonaro permaneceu em sua casa na Barra da Tijuca, e em uma rede social defendeu uma reforma administrativa para que seja feito um remanejamento de “gastos desnecessários”, gastos estes que poderiam ser transferidos para áreas consideradas essenciais, como no caso de programas sociais.

Bolsonaro também afirmou que cortará ministérios e também o número de estatais.

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