A zona eleitoral de Parelheiros abrange o distrito de mesmo nome e também o distrito de Marsilac, no extremo sul da cidade de São Paulo. Por lá, com 100% das urnas apuradas, o petista Fernando Haddad venceu Jair Bolsonaro (PSL) por pouco mais de três mil votos.

Haddad, que foi prefeito da cidade de São Paulo entre 1º de janeiro de 2013 e 31 de dezembro de 2016, recebeu 54.126 votos (35,93% dos válidos dessa zona eleitoral, a 381º).

Jair Bolsonaro aparece na segunda posição, com 50.639 votos (33,61%). A diferença entre eles foi de exatos 3.487 votos. A porcentagem dos candidatos leva em consideração apenas os válidos -aqueles que foram dados a um dos candidatos.

Em terceiro lugar, aparece Ciro Gomes (PDT), que recebeu 12,79% dos votos, ou seja, 19.275. O ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB) foi votado por 9.486 eleitores e alcançou apenas 6,30%.

João Amoêdo aparece em seguida, com 4.572 votos (2,58%). Cabo Daciolo (Patriotas) recebeu 3.892 votos na região.

Logo atrás, aparece Henrique Meirelles (MDB), com 2.846 votos. Marina Silva (Rede) foi a única candidata a visitar a região. Por lá, ela recebeu apenas 2.256 votos (1,50%). Guilherme Boulos (PSOL) aparece colado em Marina. Ele recebeu 2.145 votos na zona eleitoral de Parelheiros.

A lista prossegue com Alvaro Dias (Pode), com 1.048.

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Jair Bolsonaro Eleições

Em seguida, aparecem três candidatos com menos de mil votos. Eymael (DC) teve 137, Vera (PSTU) recebeu apenas 124, João Goulart Filho fecha a lista com 100 votos.

Segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), 20.360 eleitores anularam seus votos. O voto é anulado quando o eleitor digita na urna os números que não se referem a nenhum dos candidatos. Além de ser alto o número de votos nulos, também foi alto o número de pessoas que votaram em branco: 8.484 votos. Na urna, há um botão específico para este tipo de voto.

Segundo turno

A corrida presidencial irá para o segundo turno e será decidida no dia 28 de outubro.

Agora, tanto Bolsonaro, quanto Fernando Haddad têm a difícil função de atrair os votos dos eleitores que depositaram sua confiança nos outros candidatos que disputaram o primeiro turno das Eleições.

É o momento de fazer alianças e receber o apoio de outras siglas, para angariar a confiança do povo e definir a preferência de eleitores indecisos ou aqueles que votam em branco ou nulo.

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