O general Augusto Heleno, que quase se tornou vice da chapa do candidato à Presidência da República Jair Bolsonaro (PSL), lamentou profundamente os ataques que o deputado tem sofrido na campanha eleitoral. Segundo o general, Bolsonaro está sendo alvo de calúnias e massacrado pela imprensa que, de acordo com ele, está comandando sórdida campanha contra o deputado.

As acusações do general vão direto contra Globo, Folha, UOL, Veja e outros órgãos de imprensa.

Na concepção do general, todas essas mídias estão maltratando o candidato do PSL com distorções propositais de fatos e gerando calúnia absurda. Para ele, isso nada mais é que um jogo antidemocrático cometido por essa imprensa.

"Se fosse para eleger algum político do bem, vá lá. No entanto, favorecer a volta ao poder da mesma organização criminosa, cujo chefe está na cadeia, e que levou o Brasil ao caos, em 16 anos de governo, é revoltante e incompreensível", afirmou o general.

O oficial afirma ainda que a campanha da imprensa contra Bolsonaro tem tudo para levar ao poder o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT).

Reta final

Conforme divulgado no portal G1, Jair Bolsonaro pretende trabalhar duro essa semana para que se evite um possível empate técnico com Haddad, segundo têm mostrado algumas pesquisas. Bolsonaro conta com apoio de evangélicos e dos antipetistas para se manter em primeiro.

Com a saúde melhor, o candidato do PSL já cogita aparecer mais nas redes sociais e intensificar suas entrevistas, já que tem sido o alvo predileto dos candidatos ao Planalto. No debate ocorrido na Rede Record, neste domingo (30), o nome dele foi muito citado negativamente pelos outros candidatos.

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Jair Bolsonaro Eleições

Declarações polêmicas

Algumas declarações polêmicas de seu vice, General Hamilton Mourão, e do economista Paulo Guedes, acabaram deixando a imagem de Bolsonaro um pouco "arranhada". Diante disso, ele chegou a se colocar contra essas declarações feitas pelos seus aliados. Contudo, essa semana ele pretende explicar melhor todos os fatos.

Enquanto isso, Haddad busca chegar em Bolsonaro e quer empatar com ele no primeiro turno.

A esperança do petista, ainda segundo o G1, é que eleitores do PSDB possam migrar os votos para ele, com a ajuda do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, contrário a Bolsonaro.

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