De acordo com as declarações do general Augusto Heleno, futuro ministro da Defesa na gestão de Jair Bolsonaro, as Forças Armadas serão apartidárias e os militares continuarão a desempenhar seu papel de apolíticos e cumprindo as tarefas constitucionais.

O general ficou um pouco irritado com as perguntas dos jornalistas após a vitória de Bolsonaro, sobre os militares darem as cartas na gestão do capitão.

Segundo Heleno, isso não vai acontecer. Ele afirmou ser loucura da cabeça de algumas pessoas pensarem assim. Segundo ele, isso é parte de quem não conhece a instituição e nem mesmo o novo presidente.

Na equipe do novo presidente da República cogita-se quatro militares que farão parte do ministério do futuro Governo. Além de Heleno, que está praticamente certo para comandar o Ministério da Defesa, tem também o coronel reformado Marcos Pontes, que está quase confirmado para ser ministro da Ciência e Tecnologia.

A presença de vários militares causou especulações sobre como eles agirão diante das Forças Armadas que devem se manter neutras no campo da política. Opositores já falam que o Brasil vai entrar num regime militar da mesma forma que aconteceu entre 1964 e 1985.

Augusto Heleno rebateu e falou que os militares continuarão cumprindo seu papel da mesma forma que fizeram há décadas. Nada vai mudar.

Sérgio Moro

O juiz federal Sérgio Moro é um dos cotados a ser indicado ao Supremo Tribunal Federal por Jair Bolsonaro.

Não perca as últimas notícias!
Clique no tema que mais te interessa. Vamos te manter atualizado com todas as últimas novidades que você não deve perder.
Jair Bolsonaro Governo

O presidente do PSL chegou a dizer que o futuro presidente também já pensou no magistrado da Lava Jato para comandar o Ministério da Justiça. Contudo, outros nomes também são cogitados, como da ex-presidente do Superior Tribunal de Justiça (STF), Eliana Calmon.

No domingo, após o resultado, Moro parabenizou Bolsonaro pela vitória e sugeriu que ele pregue a tolerância e o diálogo. Para o juiz é necessários reformas para que a população volte a confiar na classe política.

Críticas a Haddad

O presidente do PSL aproveitou para fazer duras críticas ao candidato derrotado pelo PT, Fernando Haddad. O petista não parabenizou Bolsonaro em seu discurso após o resultado da eleição. Contudo, Bebianno falou que todos já esperam isso desse partido.

Na visão do presidente do PSL, o PT vai ficar isolado porque só visam o lado negativo das coisas."O amor deles é pelo poder e não pelo Brasil", disse.

Haddad teve aproximadamente 44% dos votos e afirmou, em seu discurso, que será oposição a Bolsonaro.

Não perca a nossa página no Facebook!
Leia tudo