Na reta final da campanha presidencial, o candidato do Partido dos Trabalhadores (PT), Fernando Haddad, se manifestou a respeito do papel desempenhado pelas Forças Armadas do Brasil, diante da atual conjuntura da eleição a ser decidida no próximo domingo (28) de outubro. Em uma de suas falas mais críticas em todo o processo eleitoral, o candidato petista afirmou que a equipe de seu adversário Jair Messias Bolsonaro seria composta de "milicianos" que teriam o propósito de tomar o poder pela "força", além de serem pessoas muito perigosas e que, segundo o petista, as autoridades necessitariam tomar algum tipo de atitude em relação a isso.

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Fernando Haddad também comentou a respeito das declarações feitas por um dos filhos de Bolsonaro, Eduardo, em se tratando de afirmações relacionadas ao "fechamento" do Supremo Tribunal Federal (STF). De acordo com Haddad, o decano Celso de Mello, da Suprema Corte, teria agido corretamente ao chamar a fala de Eduardo Bolsonaro, como "golpista". Haddad afirmou também, que já nesta segunda-feira (22), telefonaria para o ex-presidente da República e presidente de honra do PSDB, Fernando Henrique Cardoso.

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FHC também condenou as afirmações de Eduardo Bolsonaro. Já em relação ao seu oponente e líder das pesquisas de intenção de voto para a Presidência, Jair Bolsonaro, Haddad questionou o capitão da reserva do Exército brasileiro ao indagar se o mesmo "teria coragem de ameaçar a democracia, antes da realização da eleição presidencial, imagina o que Bolsonaro faria com o apoio dos eleitores".

Papel desempenhado pelas Forças Armadas

Em um tom ainda mais crítico, o candidato petista se referiu ao papel desempenhado pelas Forças Armadas brasileiras, durante o período eleitoral.

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Eleições

O candidato do PT insinuou que o ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional do governo Michel Temer, general Sérgio Etchegoyen, se colocou como "ameaça" ou mesmo "tutela", ao se posicionar ao lado da ministra Rosa Weber, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), durante uma coletiva de imprensa no último domingo (21).

Haddad questionou a respeito do que o ministro Sérgio Etchegoyen estaria fazendo na coletiva de imprensa ao lado de Rosa Weber e questionou que tipo de autoridade ele teria no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Ainda segundo Fernando Haddad, isso nunca teria acontecido em toda a história do pleito eleitoral no país e que os tribunais não precisariam disso. O candidato Fernando Haddad solicitou à Justiça eleitoral que Bolsonaro seja considerado inelegível, caso fosse comprovada a existência de fraude eleitoral, em alusão ao processo relacionado ao disparo de mensagens via WhatsApp na campanha eleitoral deste ano.

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