O candidato á presidência do Partido dos Trabalhadores (PT), Fernando Haddad, criticou fortemente o seu adversário nas urnas, Jair Bolsonaro (PSL) após a sua ausência nos debates. Bolsonaro vem liderando nas pesquisas chegando de 38% a 41% e em segundo Haddad que tem 22% das intenções de votos.

Segundo o candidato petista, Bolsonaro vem se escondendo atrás das redes sociais e fugindo dos debates e o desafiou para um debate frente a frente, “olho no olho”.

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As declarações foram feitas pelo petista durante um ato para reforçar a campanha a reeleição ao governo de Minas Gerais (MG) na cidade de Venda Nova, de Fernando Pimentel (PT) e da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) que está concorrendo ao Senado pelo Estado.

Haddad comentou sobre a possibilidade de ir para o segundo turno com Bolsonaro. O petista espera que pelo menos compareça aos debates do segundo turno para discutir ao invés de ficar correndo e se escondendo.

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Jair Bolsonaro Eleições

Outros candidatos também criticaram Bolsonaro por se ausentar dos debates

No último debate organizado pela Rede Globo, os candidatos não pouparam os ataques contra Bolsonaro.

Geraldo Alckmin (PSDB) comentou que o radicalismo, ódio e preconceito não levaria o Brasil a lugar nenhum e acredita que vinte por cento dos eleitores estão se decidindo em quem irão votar agora nas vésperas da votação que e fez um apelo para que lhes confiassem o voto.

Ciro Gomes, do (PDT), também atacou Bolsonaro dizendo que o país sofreu 4 anos de ódio e esse episódio não precisa se repetir.

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O pedetista disse que tem um empate na corrida presidencial entre Haddad e Bolsonaro e que aprofundar essa divisão não permitiria uma conciliação no Brasil.

Henrique Meirelles (MDB) começou dizendo que ódio não cria postos de trabalho e vingança não coincide com segurança ou combate à corrupção, e finalizou pedindo os votos dos eleitores.

Marina Silva (REDE) disse que quer concorrer à presidência para pacificar o país e que às vezes as suas propostas são incompreendidas.

Segundo a redista, o país não precisa de força física, precisa de força moral, respeito com o dinheiro público à Constituição e à diversidade.

Haddad (PT) falou um pouco de si mesmo dizendo que é neto de um líder religioso e filho de agricultores que o ensinaram que para vencer na vida é preciso trabalho e estudo, e disse que aprendeu com o ex-presidente Lula que é possível oferecer para todos esta possibilidade e que, se eleito, vai trabalhar para dar trabalho e educação a todos.

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