Nesta última segunda-feira, 29 de outubro, dia após o resultado das eleição do segundo turno presidencial que elegeu Jair Bolsonaro como presidente do Brasil, o portal Estadão enfatizou que a segurança do capitão reformado deverá ser reforçada.

Bolsonaro, que já foi vítima de um ataque de faca durante passeata em Juiz de Fora, Minas Gerais, deverá manter-se bem protegido de policiais para evitar um novo possível ataque. Segundo informações do Estadão, a segurança no Palácio do Planalto, para receber Bolsonaro na presidência será totalmente alterada.

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Novas regras serão implantadas a fim de evitar a possibilidade de um novo ataque.

Nesta próxima terça-feira, 30 de outubro, Jair Bolsonaro pretende viajar para Brasília. No entanto, caso a viagem realmente ocorra, o presidente Michel Temer já enfatizou que disponibilizará um avião da FAB (Forças Aéreas Brasileira) para dar mais segurança ao presidente eleito.

A Inteligência do Governo, segundo o Estadão, informou que através de escutas foram confirmadas ameaças reais a Jair Bolsonaro.

General Augusto Heleno deu recado

O general Augusto Heleno, nesta última semana, enfatizou que tinha conhecimento de ameaças contra o político do PSL. No entanto, não informou a origem das mesmas, mas disse que há escutas que confirmam isso. Portanto, Bolsonaro deve-se manter protegido com escolta policial.

Augusto Heleno ainda afirmou que revelar a origem das ameaças não seria possível, pois a questão deve manter-se em sigilo. Para a Folha de S.Paulo, o general enfatizou que há uma ameaça terrorista envolvendo organização criminosa.

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O ministro do governo de Temer, Raul Jungmann, chegou a dizer que deu conhecimento do fato através de redes sociais, e com isso, caso houvesse um acionamento pela campanha de Bolsonaro, daria uma resposta.

Na semana passada, a Polícia Federal e o Palácio do Planalto decidiram não se manifestar sobre o caso.

Relembre o atentado

Jair Bolsonaro levou uma facada na região do abdomen no dia 6 de setembro. Na ocasião, o candidato passou por cirurgias.

O agressor, Adelio Bispo de Oliveira, foi pego pela Polícia e responderá pelo crime. As investigações apontam que o PCC (Primeiro Comando da Capital) teria ligação com o atentado. Bolsonaro foi aconselhado a evitar fazer campanha eleitoral nas ruas após a agressão.

Atualmente, Bolsonaro ainda se recupera da lesão. No mês de dezembro o capitão reformado passará por uma nova cirurgia na região.

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