No último debate presidencial, realizado pela Rede Globo, os candidatos à presidência da República entraram em duelo para a grande disputa, que finalizou em segundo turno entre Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT). No entanto, durante o debate, o candidato Alvaro Dias chamou atenção ao aparecer com um misterioso bilhete.

Alvaro Dias (PODEMOS) enfatizou que trouxe um bilhete que deveria ser entregue ao ex-presidente Lula, que se encontra preso na carceragem da Polícia Federal, em Curitiba, Paraná.

Dias deixou claro em vários momentos do debate que Haddad seria apenas um representante de Lula e que o verdadeiro político que estaria concorrendo as Eleições pelo PT, é Lula.

O bilhete chamou atenção por conter nele uma pergunta, Alvaro Dias gostaria de saber de Lula o seguinte: "Quem mandou matar Celso Daniel? E os 7 testemunhos do crime? Você sabe!" O bilhete foi revelado após o término do debate.

Lula comenta sobre bilhete de Alvaro

Mesmo preso, o ex-presidente Lula reagiu ao bilhete enviado por Alvaro Dias. Segundo informações da coluna de Mônica Bergamo, da Folha de São Paulo, Lula citou um bordão de Tiririca para responder.

Segundo um interlocutor do presidiário, Lula teria dito que Alvaro estaria tentando se eleger senador em 2022. E proferiu as palavras: "Como diz Tiririca, é um abestado que nem usando Moro conseguiu atenção do eleitor".

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Segundo turno com o PT

O resultado das eleições presidenciais colocou na disputa Fernando Haddad e Jair Bolsonaro. Nesta última segunda-feira, 8 de outubro, Haddad foi ao encontro de Lula na carceragem da Polícia Federal. Devido ser advogado de Lula, Haddad pode visita-lo à vontade. Ao que tudo indica, o encontro foi para traçar estratégias para o segundo turno.

Bolsonaro liderou na maioria dos estados brasileiros.

O político do PSL teve mais de 40% dos votos úteis. As eleições de 2018 são um marco na história do Brasil, a disputa é enfatizada pelos extremos da direita e esquerda. As ideias dos dois candidatos são contrárias.

Outro ponto que chamou atenção nestas eleições foram as consequências da Operação Lava Jato. Muitos políticos tradicionais brasileiros, citados na maior operação anticorrupção do Brasil, não conseguiram se reeleger.

Entre eles estão a ex-presidente petista, Dilma Rousseff, que perdeu a vaga ao senado de Minas Gerais. O ex-governador Beto Richa, do Paraná, também não conseguiu vencer essas eleições.

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