Neste último domingo, 28 de outubro, ocorreu a decisão final das eleições presidenciais. Com o país polarizado, a disputa acirrada estava entre a extrema-direita e a extrema-esquerda. O candidato Jair Bolsonaro, do PSL, representante da direita, foi eleito com mais de 57 milhões de votos. A conquista de Bolsonaro causou comemorações em diversas cidades.

Segundo informações do portal O Globo, na coluna de Lauro Jardim, o jornalista Guilherme Amado disse que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ficou em "clima de velório".

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O jornalista contou que diversos ministros se reuniram a partir das 17 horas para acompanhar a apuração de votos. Mas segundo informações de ministros presentes, o clima não era o melhor.

Quando as urnas se abriram, marcando que Jair Bolsonaro estava 10 pontos à frente de seu concorrente, um dos ministros teria dito: "sobreviveremos".

Além do mais, o TSE garantiu ontem uma saída alternativa para a ministra Rosa Weber. O objetivo foi fazer com que a ministra conseguisse se deslocar do local caso ocorresse algum tipo de emergência.

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A saída foi planejada pelo fato dos ministros estarem com medo de que manifestantes impedissem a saída pelos lugares tradicionais.

O portal "O Antagonista" também repercutiu a informação dada em "O Globo" e enfatizou que os ministros do TSE estavam em clima de velório durante a contagem dos votos.

Jair Bolsonaro vitorioso

O político do PSL conseguiu mais de 10 milhões de votos que o petista Fernando Haddad. Com uma campanha eleitoral polêmica, Bolsonaro se elegeu presidente e se prepara para subir a rampa do Palácio do Planalto no dia 1° de janeiro.

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Jair Bolsonaro Governo

Segurança reforçada

Bolsonaro deverá se manter protegido devido ameaças. O político, que já foi vítima de uma facada na região abdominal e ainda se recupera, pode ser alvo de novo atentado.

Na última semana, o general Augusto Heleno enfatizou que teve acesso a escutas com ameaças ao político. Nesta última segunda-feira (29), a inteligência do Governo confirmou as ameaças. O presidente Michel Temer disponibilizou um avião da FAB para que, caso Bolsonaro resolva ir até Brasília nesta próxima terça, viaje com maior segurança.

Além do mais, a segurança do Palácio do Planalto sera toda replanejada para atender as necessidades do presidente eleito. O objetivo é fazer com que se evite qualquer possível ataque que possa ocorrer com o político.

Até antes de sofrer a facada, Bolsonaro fazia campanha pelas ruas do Brasil. Infelizmente, a agressão fez com que ele ficasse em casa o resto de sua campanha presidencial.

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