A advogada Rosângela Moro, Mulher de Sérgio Moro, juiz federal que comandou a maior operação de combate a corrupção do país, a Lava Jato, compartilhou em seu perfil no Instagram nesta sexta-feira (12) uma frase utilizada pelo candidato do PSL à presidência.

Rosângela compartilhou a frase “não devemos cargos nem favores”. O candidato escreveu essa frase no Twitter no último sábado (06).

Apesar do distanciamento político, a frase compartilhada por Rosângela pode ter colocado em xeque o antipartidarismo do casal.

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Logo abaixo da frase " não devemos cargos nem favores" Rosângela comentou a postagem escrevendo " essa frase é libertadora, não dever nada a ninguém, isso é liberdade".

Casal Moro sempre se manteve apartidário

Apesar da grande popularidade em todo o país, o casal Moro sempre se mostrou apartidário. Sempre discretos, tanto Sérgio Moro quanto sua mulher sempre se mostraram avessos à apoios políticos. Apesar disso, o candidato à presidência Álvaro Dias disse que convidaria Sérgio Moro para ser ministro da justiça, se eventualmente fosse eleito.

Bolsonaro poderá indicar até dois ministros ao STF

De acordo com informações publicadas na revista Veja, o presidente que for eleito, logo ao assumir o cargo em 2019 terá o direito de indicar até dois ministros para ingressar na maior corte do país, o Supremo Tribunal Federal e de acordo com a Veja, três nomes são os preferidos pelo capitão da reserva do exército para ingressar no STF. Os três nomes são: Sérgio Moro, Gebran Neto (do TRF-4, que participou da condenação de Lula) e de Marcelo Bretas (juiz da Lava Jato no estado do Rio de Janeiro).

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Apoio massivo de governos estaduais a Bolsonaro

Apesar de não aceitar o apoio de nenhum partido, o PSL de Jair Bolsonaro após o término desse primeiro turno saiu muito fortalecido no que diz respeito a apoio político nos governos estaduais. Segundo o portal de notícias UOL, o presidenciável tem a preferência de quase todas as regiões do país. Dos 28 candidatos que estão na corrida eleitoral, 18 declararam apoio à presidenciáveis, e o placar está 15 para Bolsonaro e apenas 3 para Fernando Haddad.

Em alguns casos, os políticos regionais estão contrariando o próprio diretório do partido para aproveitar a onda de popularidade de Bolsonaro e estão declarando publicamente apoio ao presidenciável, como no caso de João Doria, candidato ao governo de São Paulo, que disputará o segundo turno das eleições com Márcio França (PSB). O PSDB, partido de Dória defendeu a neutralidade, enquanto que Doria declarou publicamente apoio ao presidenciável.

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