O jornal britânico Financial Times publicou nesta segunda-feira (1º) uma notícia de que o Brasil ocupa o último lugar no ranking dos 137 países no quesito "confiança nos políticos" rastreados pelo Fórum Econômico Mundial. De acordo com a publicação, o Brasil está abaixo de qualquer outro país na questão eficiência dos gastos do governo, combate ao crime e violência e gestão pública. Segundo o jornal, o Brasil, em menos de uma semana, terá as Eleições presidenciais mais indefinidas desde 1985, quando foi restaurada a democracia no país.

O jornal publicou que foram feitas pesquisas de opinião. Nessas pesquisas foi sugerido que a sociedade está dividida em proporções gigantescas e que a eleição chegará a um entrave no segundo turno. O periódico avalia que os candidatos Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) têm visões diferentes. O mesmo destaca que o Brasil já foi um país emergente do melhor nível e integrante dos BRICS, junto com China, Rússia, Índia e África do Sul.

Escândalo na Petrobras

Contudo, o escândalo na estatal Petrobras e a insatisfação do povo com a classe política desencadeou uma violência de proporção assustadora e, por causa disso, a recuperação da economia se tornou quase impossível, trazendo uma recessão jamais vista no país. O aumento dos gastos públicos prejudicou muito o ânimo dos brasileiros e o crescimento do país. O Brasil precisa de reformas gigantescas, previne o Financial Times.

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Eleições

Apesar disso tudo, muitos economistas duvidam de que um dos dois candidatos fará mudanças nesse sentido. A grande maioria acredita que país está desgovernado. O motivos que levaram a isto seriam:

  • A corrupção desenfreada

Segundo a Lava Jato, o Brasil afundou na corrupção. Isso provocou a ira dos brasileiros contra o sistema político do Brasil. Não há progresso econômico e social. A taxa de pobreza e a desigualdade ficou estagnada desde 2015.

Desemprego em alta escala. O Déficit Fiscal se deteriorou. O saldo fiscal do Brasil subiu de 2% do PIB para 10% em 2015.

  • Crescimento das despesas e baixa das receitas

Enquanto os gastos do país aumentaram, a sua arrecadação diminuiu drasticamente e em sua maior parte, por consequência da crise da previdência. Os gastos do Brasil alcançaram 12% do PIB. Os países emergentes vizinhos do Brasil têm população de 65 anos parecida com a do país.

Entretanto gastam apenas 2% do seu PIB com a previdência. Sem a reforma previdenciária no país, acredita-se em uma crise muito pior para o próximo ano.

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