Uma mesária foi detida na manhã deste domingo (7), em Maringá, no interior do Paraná, após espalhar a informação falsa de que a urna de sua sessão tinha votos computados na memória antes do início da votação. Os demais mesários desmentiram a colega e mostraram um boletim chamado “zerísima”, que é impresso antes da votação começar. Esse documento, divulgado pelo Tribunal Regional Eleitoral do Paraná e assinado por todos os mesários, confirmava que não haviam votos registrados.

Mesmo assim, a mesária seguiu ligando para várias pessoas, as alertando sobre o que ela considerava ser uma fraude. O fato foi parar nas redes sociais e a mesária acabou detida pela Polícia Federal e foi levada para prestar depoimento.

Balanço

Apesar de durante a manhã não ter sido registrado nenhum incidente grave, a Polícia Federal tem tido muito trabalho para coibir crimes eleitorais, a maioria deles ligados à boca de urna.

De acordo com um balanço divulgado pela Operação Eleições 2018, até o meio dia deste domingo (7), já haviam sido registrados 196 ocorrências.

A maior parte delas, 71 no total, eram relacionadas à boca de urna. Logo abaixo, com 65 ocorrências, aparece o crime de propaganda irregular. O Ministério da Segurança Pública informou que foram registrados 11 crimes contra candidatos, sendo quatro casos de roubo, outros quatro de lesão corporal e ainda uma ameaça e dois de crimes de diferentes enquadramentos.

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Polícia Eleições

Em Barueri, na grande São Paulo, o comitê de um candidato a deputado estadual foi assaltado na noite deste sábado (6) e ele chegou a ser agredido pelos dois criminosos, que estaria atrás de dinheiro.

Já em São Carlos, no Interior de São Paulo, outro candidato foi levado até uma delegacia depois de ter sido flagrado durante a madrugada espalhando santinhos em frente a um local de votação. Ele assinou termo circunstancial e foi liberado em seguida.

Ele negou que estivesse praticando o crime e disse que o material, encontrado no carro em que ocupava, estava sendo levado para o comitê de campanha.

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