Representando Rogério Galloro, então diretor-geral da Polícia Federal, o diretor de investigação e Combate ao Crime Organizado, Élzio Vicente da Silva, afirmou, em entrevista coletiva neste domingo (21), que não há como estipular um prazo para o fim das investigações de notícias falsas, as chamadas fake news, nas campanhas dos presidenciáveis Fernando Haddad e Jair Bolsonaro.

A coletiva ocorreu na sede do TSE, o Tribunal Superior Eleitoral.

Além de Vicente da Silva, também estiveram presentes o diretor da Polícia Federal e os demais órgãos envolvidos nas eleições.

O caso referente às fake news corre sob sigilo da PF e foi aberto após a solicitação da PGR - Procuradora-geral da República, que por sua vez pediu para que se investigasse um eventual esquema de divulgação de notícias falsas nas respectivas campanhas.

Élzio Vicente da Silva informou ainda que é do interesse da Polícia Federal obter as informações necessária, entretanto, optou por não revelar informações da investigação no WhatsApp, quando questionado sobre a solicitação de informações do órgão policial que levou o mensageiro a banir contas.

Supostas fake news

Ainda no domingo, o ministro Jorge Mussi decidiu instaurar mais duas Ações de Investigação Judicial Eleitoral (Aijes), contra o presidenciável Jair Bolsonaro e o vice, general Hamilton Mourão.

Os responsáveis pelas duas ações movidas contra o candidato à Presidência da República do Brasil e seu vice de chapa, foram os partidos PDT (Partido Democrático Trabalhista) e Avante, ambos da Coligação Brasil Soberano.

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Eleições

PDT/Avante se baseiam na Folha de S. Paulo e querem oito anos de inelegibilidade para Bolsonaro

Com as ações judiciais instauradas por Mussi, agora o foco do PDT e do Avante é derrubar a candidatura de Jair Bolsonaro na tentativa de torná-lo inelegível por meio do processo, a coligação tem como base uma reportagem do jornal Folha de São Paulo.

Sob a máxima de que empresários que apoiam a candidatura de Jair Bolsonaro supostamente estariam comprando pacotes de disparo em massa no mensageiro instantâneo do WhatsApp para divulgar, segundo eles, notícias falsas, a Coligação composta pelos partidos PDT e Avante quer que o militar reformado fique inelegível não só nestas Eleições como também pelos próximos oito anos, pelo menos é o que diz uma das ações movidas pelos mesmos.

Neste caso, seria necessário que se anulasse os votos de Jair Bolsonaro, para que assim se convocasse um novo pleito.

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