Augusto Heleno, que é atualmente general da reserva do Exército brasileiro, afirmou com todas as letras por meio de vídeo veiculado nesta quinta-feira (25) na rede social do Twitter, que Jair Bolsonaro, candidato do PSL, líder nas pesquisas a disputa da Presidência da República, não comparecerá em nenhum debate antecedendo o 2º turno das eleições, por causa da ameaça de atentado terrorista perpetrado por uma organização criminosa.

A preleção de Heleno no vídeo foi postada através do Twitter, em uma conta cujo título é General Mourão, referindo-se ao general da reserva que é candidato a vice-presidente de Jair.

Vale frisar de que a reportagem da agência de notícias internacional Reuters não teve sucesso de contatar Mourão para que esse pudesse esclarecer se a conta é realmente dele.

General explica ameaças contra Bolsonaro

O General Augusto que já foi antecipado pelo próprio Bolsonaro, dizendo que ele que ocupará a pasta de ministro da Defesa caso seja eleito, recomendou ao presidenciável que cada vez que ele saísse de casa, tomasse o cuidado de vasculhar o entorno da residência e que não tivesse uma agenda com hora marcada, tudo isso para evitar justamente a ocorrência de algo mais grave.

Enfim, de acordo com os articuladores da campanha política de Bolsonaro, a não ida dele ao debate não é simplesmente o medo de debater com Fernando Haddad, antes, porém, trata-se do receio de uma ameaça concreta contra a vida do capitão por meio de um atentado de cunho terrorista, o que foi constatado com a apreensão de mensagens em escutas telefônicas.

A título de esclarecimento a TV Globo tinha agendado debate entre os presidenciáveis no dia 26 de outubro, porém cancelou o encontro, uma vez que Bolsonaro, líder da pesquisa na intenção de voto, se adiantou em anunciar que não estaria presente no evento televisivo.

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Jair Bolsonaro Eleições

A Reuters também não teve sucesso de conversar com o general Heleno para confirmar a veracidade de todas essas declarações que dizem respeito ao campo da política e segurança nacionais.

Investigações correm em sigilo

No começo de setembro, Jair Bolsonaro foi esfaqueado no momento em que fazia campanha na cidade mineira de Juiz de Fora, permanecendo três semanas hospitalizado a fim de se recuperar do processo cirúrgico ao qual foi submetido às pressas.

Assim que a PF (Polícia Federal) deu por concluídas as informações, o MP (Ministério Público) fez acusação formal contra Adélio Bispo de Oliveira tendo em vista a prática de crime que confronta a Lei de Segurança Nacional do Brasil, baseado pelo inconformismo político do acusado.

Gustavo Bebianno, atual presidente do PSL, por sua vez falou para todos que o mesmo relatório leva a crer com base substancial que houve uma ligação direta da facção criminosa PCC com o atentado, o qual pode ter recrutado mais pessoas para ter sido cometido.

Na terça-feira (23), Bebianno confirmou que diariamente recebe informações calcadas na continuidade das investigações sigilosas, de que o PCC está realmente envolvido no caso.

A decisão para que Bolsonaro não esteja presente em debates ou outros eventos eleitorais é para minimizar os risco de que ele sofra outros atentados, concluiu o presidente do PSL.

Assista ao vídeo do general Augusto Heleno sobre Jair Bolsonaro:

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