Restando poucas horas para o início da votação do segundo turno da eleição presidencial, o Tribunal Superior Eleitoral tem trabalhado a pleno vapor. Nesta sexta-feira (26), o ministro do TSE, Jorge Mussi, deu prosseguimento a uma ação em que a coligação de Jair Bolsonaro (PSL), a qual pede que o candidato petista Fernando Haddad torne-se inelegível. A motivação da ação seria em razão de um suposto apoio do governo da Paraíba, que na visão dos acusadores seria irregular.

A chapa de Bolsonaro argumenta que o governador Ricardo Coutinho (PSB) teria disponibilizado ao candidato do PT todo o seu staff e estrutura política e administrativa.

A coligação do PSL acusa ainda o reitor e o seu vice da Universidade Estadual da Paraíba de ter usado a estrutura da universidade para fomentar a candidatura do petista. Além disso, eles dizem também que professores e diretores de escolas estão sendo pressionados a reverter votos a favor de Haddad.

O ministro determinou que sejam ouvidas as defesas e posteriormente irá analisar a necessidade de pedir novas provas. Ainda não existe data para o TSE julgar a ação.

Outra ação que tramita no TSE é uma movida pela coligação de Haddad contra Bolsonaro após denúncias que teria havido uso de caixa 2 na campanha do candidato. Eles pedem que o candidato do PSL seja declarado inelegível.

Edir Macedo irá processar Fernando Haddad

No que depender da disposição do bispo Edir Macedo, em breve o ex-prefeito de São Paulo e candidato à Presidente da República Fernando Haddad terá mais um processo para responder. Isso porque o líder da Igreja Universal do Reino de Deus não gostou nada de ter sido chamado de “charlatão” pelo petista.

Macedo, inclusive, já ingressou na Justiça contra o candidato pedindo indenização no valor de 83 salários mínimos e também pede para que o petista remova de suas redes sociais todo o conteúdo em que chama Macedo de charlatão e ainda pede para que Haddad se retrate formalmente das ofensas.

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Jair Bolsonaro Eleições

A fala que provocou a ira do dono da Record TV aconteceu em entrevista, quando Haddad disse que Bolsonaro é “o casamento do neoliberalismo desalmado (...) com o fundamentalismo charlatão do Edir Macedo”.

O líder religioso adiantou ainda que doará o valor da indenização para uma instituição de caridade. Macedo declarou publicamente voto em Bolsonaro e desde então a Record vem sendo acusada de fazer matérias favoráveis ao candidato do PSL.

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