O juiz federal Sergio Moro, desde que decidiu comandar o superministério da Justiça do Governo do presidente eleito, Jair Bolsonaro, é alvo de críticas. O PT (Partido dos Trabalhadores), um dos partidos que mais se prejudicou nas investigações anticorrupção, evidenciou que Moro agiu de forma parcial na condenação do ex-presidente. Com isso, a defesa do petista entra com recursos para conseguir o cancelamento da sentença contra Lula. No entanto, Moro recebeu uma nota em que 154 procuradores do Ministério Público Federal (MPF) declaram apoio ao juiz da Lava Jato.

O documento diz que, durante todo o processo de investigações da Operação Lava Jato, e também de todos os anos de magistratura, Moro sempre demonstrou grande saber jurídico. Além do mais, cita que o juiz age com o que há de mais moderno contra a macrocriminalidade. Moro ganhou notoriedade por colocar na cadeia grandes nomes da sociedade, incluindo o ex-presidente Lula e empresários.

A nota afirma que a decisão do juiz em abandonar a magistratura para assumir um cargo no governo revelou um "extraordinário desprendimento pessoal, em benefício do Brasil e dos interesses da sociedade".

Além do mais, citam que o posicionamento de Jair Bolsonaro ao colocar Sergio Moro no cargo mostra uma reafirmação com o combate à corrupção e lavagem de dinheiro que tanto assombra o Brasil.

Os procuradores enfatizam na nota claro apoio a Bolsonaro e à indicação de Sergio Moro, e visam que o objetivo é construir uma sociedade pacífica, justa e solidária.

Sergio Moro no governo Bolsonaro

O futuro ministro da Justiça, nesta última quarta-feira, dia 7, disse esperar contar com o ministro de Michel Temer, Raul Jungmann.

Moro citou que Jungmann seria um "conselheiro informal" do novo governo. Após encontro em Brasília, Moro fez a declaração no Palácio da Justiça.

Sergio Moro declarou que a experiência de Jungmann na área de gestão e segurança pública são essenciais. Além do mais, no governo Bolsonaro, a pasta do Ministério da Justiça, também chamada de superministério, será a junção da Justiça com a própria Segurança Pública.

O ministro Raul Jungmann declarou que estará à disposição do governo, tanto agora quanto depois. Sergio Moro disse que manterá uma relação cordial com o ministro, e que isso facilitará a transição do governo. O futuro ministro também salientou à imprensa que o trabalho de Jungmann é muito importante na área da segurança pública.

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