O presidente eleito, Jair Messias Bolsonaro, comentou nesta quinta-feira (29) as declarações feitas por um de seus filhos, Carlos Bolsonaro. O futuro senador, eleito pelo PSL do Rio de Janeiro, afirmou em seu perfil oficial no Twitter, na níte da última quarta-feira (28), que "a morte do presidente eleito Jair Bolsonaro não interessaria tão somente aos inimigos declarados, mas também aos que estariam muito perto".

Carlos afirmou ainda que "seria fácil mapear uma pessoa transparente e voluntariosa".

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O parlamentar concluiu sua publicação dizendo que todos devem pensar e compreender todo o enredo diário, já que ele havia feito a sua parte, de modo bem exaustivo.

Vale ressaltar que o presidente eleito conta com um grande aparato de segurança e um esquema considerado especial, desde o episódio em que fora atingido por uma facada no abdômen, cujo atentado havia sido realizado pelo ex-filiado do PSOL, Adélio Bispo dos Santos, durante o período da campanha eleitoral, em meados do mês de setembro.

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Jair Bolsonaro Governo

Naquele período, Jair Bolsonaro já liderava a corrida presidencial. O capitão da reserva, após o atentado, teve que se afastar da disputa eleitoral para tratamento do ferimento causado pela facada. Primeiramente, Bolsonaro havia sido atendido pela Santa Casa de Misericórdia da cidade de Juiz de Fora, em Minas Gerais, sendo posteriormente transferido para o Hospital Albert Einstein, um dos mais renomados centros hospitalares da cidade de São Paulo.

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Jair Bolsonaro comenta declarações do filho

Ao ser questionado por jornalistas numa coletiva de imprensa, em relação às afirmações feitas por Carlos Bolsonaro no Twitter, o presidente eleito confirmou que "sua morte interessaria muita gente", em alusão ao que escreveu seu filho em postagem na internet. O futuro mandatário do país, entretanto, "desconversou" em relação ao que Carlos tinha postado sobre pessoas que estariam muito próximas a ele.

O presidente eleito Jair Bolsonaro concluiu que "quando recebeu a facada estaria muito próximo dele o elemento", em alusão à proximidade de Adélio Bispo.

Jair Bolsonaro ressaltou, porém, que seu agressor, além de ser ex-filiado ao PSOL, rememora ao caso de outro que havia tentado entrar no Congresso Nacional com a identidade de Adélio Bispo dos Santos. Ainda de acordo com o presidente eleito, "a investigação estaria muito fácil de ser concluída".

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