A direção executiva da Central Única dos Trabalhadores (CUT) emitiu uma nota oficial em seu próprio site, em resolução divulgada nesta terça-feira (13). Vale lembrar que, na última sexta-feira (09), foi realizada uma reunião de cúpula do sindicato em São Paulo, em que fora realizada uma análise do processo eleitoral recente enfrentado pelo país e que resultou na vitória do presidente eleito, Jair Bolsonaro. A direção da CUT apontou ainda o que considera que sejam alguns desafios para o futuro do Brasil.

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A CUT é presidida por Vagner Freitas, aliado do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Os dirigentes da instituição sindical fizeram um levantamento do que consideram que seriam manobras que impediram que o ex-presidente Lula se candidatasse para o cargo de presidente da República até mesmo vencesse o pleito eleitoral deste ano, segundo a opinião expressada pelos dirigentes. Entretanto, o ex-presidente Lula encontra-se preso na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba.

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O ex-mandatário foi sentenciado e condenado em segunda instância para cumprimento de uma pena de mais de doze anos de cadeia por práticas de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, no âmbito das investigações da Operação Lava Jato.

A sentença proferida pelo juiz Sergio Moro, em primeira instância, tem por base o processo que envolve a aquisição do apartamento de luxo tríplex em Guarujá, por meio de recursos ilícitos provenientes de empreiteiras envolvidas em um mega esquema de corrupção na Petrobras.

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Jair Bolsonaro Lula

CUT defende unidade de forças populares e democráticas

De acordo com a nota da Central Única dos Trabalhadores, "torna-se necessária a construção de uma ampla frente de resistência em defesa dos direitos e da democracia, de modo particular, em se tratando, dos direitos dos trabalhadores e trabalhadoras, para o enfrentamento de um Governo considerado autoritário e que esteja pretendendo até o fim de sua agenda agressiva de privatizações, ataques a sindicatos e organizações de cunho popular".

Ainda segundo a central sindical, teria havido "sérios indícios de manipulação e fraude eleitoral", em relação à campanha presidencial do futuro mandatário do país. Ao demonstrar possíveis falhas observadas durante o pleito eleitoral, a CUT afirmou, ainda, que o "atentado contra o presidente eleito estaria mal explicado". A central sindical sugere que empresários teriam sido coagidos em votar em Bolsonaro e que não teria tido uma reação por parte de poderes, de modo particular, em referência ao Supremo Tribunal Federal (STF) e ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

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