Carlos Bolsonaro, vereador pelo PSL do Rio de Janeiro e filho de Jair Bolsonaro, usou seu Twitter, nesta quarta-feira (28), para postar uma mensagem enigmática. Segundo sua publicação, a morte de seu pai interessaria tanto aos inimigos quanto aos próprios aliados.

De acordo com ele, a morte de Jair Bolsonaro após a sua posse, interessa aos seus inimigos e até mesmo a algumas pessoas que estão por perto. Ele disse que é fácil mapear uma pessoa transparente e afirma que faz isso exaustivamente.

No final do post, ele diz: "Pensem e entendam todo o enredo diário".

Desavenças

Segundo as informações, Carlos está afastado da parte de transição do governo, já que ele teria se desentendido com o futuro secretário-geral da Presidência, Gustavo Bebianno.

Carlos Bolsonaro foi um dos responsáveis pela campanha do seu pai nas redes sociais. No dia 22 de novembro, ele afirmou que iria se afastar da equipe de transição do governo. Carlos era um dos cotados para assumir a Secretaria de Comunicação da Presidência. No entanto, Bebianno divulgou o fato precipitadamente, o que gerou revolta no filho número dois do novo presidente.

Pessoas próximas a Carlos afirmaram que a atitude de Gustavo Bebianno foi vista como um "afago falso".

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Jair Bolsonaro

Isso gerou revoltas e o vereador decidiu se afastar da equipe de transição.

Ele chegou a escrever que "caráter não se negocia" e criticou aqueles que procuram holofotes para aparecer.

Ameaças

O serviço de inteligência da Polícia Federal (PF) afirmou, no dia 21 de novembro, que está investigando novas ameaças que teriam sido feitas ao capitão do Exército. Algumas delas estão em versão de vídeo e foram compartilhadas várias vezes nas redes sociais.

Suspeita-se que algumas dessas ameaças teriam sido feitas por integrantes de facções criminosas, contudo, isso ainda não foi confirmado pelos agentes federais.

Num dos vídeos, um homem aparece com duas pistolas e afirmando que irá matar o novo presidente.

No início deste mês, Carlos Bolsonaro já havia compartilhado um desses vídeos para alertar possíveis ataques contra seu pai. Na época, ele escreveu que não poderiam ser menosprezadas essas simples ameaças e sim, tudo deveria ser investigado.

Jair Bolsonaro preferiu não comentar sobre esses vídeos. Vale ressaltar que, durante campanha eleitoral, ele chegou a levar uma facada no intestino. Após isso, ele ficou quase que impossibilitado de participar de atos nas ruas e de debates presidenciais.

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