O ministro e presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, escreveu um artigo que foi publicado pelo jornal El País. O texto fala cita o "novo ciclo democrático" que vive o Brasil. Agora com a troca de governantes, expectativas futuras e possibilidade de oportunidades ressurgem.

Durante o texto, uma parte chamou atenção. Toffoli comentou, sem citar nomes de governos ou representantes, sobre o impeachment e prisão de políticos.

Dias Toffoli, que já foi advogado do Partido dos Trabalhadores (PT), disse que o Brasil passou por momentos demasiadamente turbulentos com o impeachment de uma presidente da República, a cassação de um presidente da Câmara dos Deputados e a condenação e prisão de um ex-presidente da República. Com isso, Toffoli concluiu, dizendo que todos os impasses envolvendo estes episódios frisaram o total respeito à Constituição e às leis, sendo resolvidos através das vias democráticas disponíveis no Brasil.

Lula está preso desde 7 de abril na superintendência da Polícia Federal em Curitiba. Dilma Rousseff foi afastada do cargo em 2016 e Eduardo Cunha, ex-presidente da Câmara, segue preso também em Curitiba.

Retomada do crescimento

Dias Toffoli citou que, com o fim das eleições, é necessário que o país retorne em um processo de crescimento. Ele cita alguns pontos, como: geração de emprego, conseguir de volta a confiança de investidores, equilíbrio fiscal e combate a violência.

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Lula Corrupção

A proposta de Dias Toffoli revelada no artigo é de um pacto que integre os três Poderes e também aja a compactuação de ideias com a sociedade civil na busca de objetivos em comuns. O ministro citou que a junção envolve questões como a reforma previdenciária, tributária e o combate a grave situação da segurança no Brasil.

Ainda, o presidente da Corte sinalizou que o Supremo deverá exercer o papel de "moderador de conflitos".

O ministro acredita que é fundamental para o crescimento do país fazer com que todos os Poderes se alinhem com equilíbrio e harmonia.

Toffoli contemplou o sistema eletrônico e votação, que é feito no Brasil através das urnas eletrônicas. O ministro citou que em menos de duas horas foi possível conhecer os representantes dos Poderes Executivo e Legislativo.

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