O deputado federal mais votado de São Paulo e filho do presidente eleito, Jair Messias Bolsonaro, Eduardo Bolsonaro, concedeu entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo. O parlamentar, que teve mais de 1 milhão e 800 mil votos, falou sobre vários assuntos, além de comentar o papel a ser desempenhado pelo juiz Sergio Moro, como futuro ministro da Justiça e da Segurança Pública.

Vale lembrar que o magistrado paranaense conduziu há até pouco tempo os trabalhos da força-tarefa da Operação Lava Jato em primeira instância, como titular da décima terceira Vara Criminal da Justiça Federal de Curitiba.

Após ter aceitado o convite para compôr o ministério no próximo Governo, Moro solicitou afastamento do Judiciário, sendo substituído pela juíza federal Gabriela Hardt.

Combate à corrupção e ao crime organizado no país

Durante a realização da entrevista, o deputado Eduardo Bolsonaro afirmou que irá travar toda uma luta para que consiga aprovar um projeto que tipifique como terrorismo os atos praticados pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).

O parlamentar mais votado da Câmara Federal de Deputados indagou: "se for necessário prender 100 mil, qual seria o problema?".

Uma outra proposta que deverá ser apresentada por Eduardo Bolsonaro na próxima legislatura trata-se de um projeto que pode tornar o comunismo como crime no Brasil. Dentre outras medidas, está a defesa de uma idade mínima para a aposentadoria, contando que seja diferenciada entre trabalhadores braçais e os que trabalham em escritório.

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Jair Bolsonaro Sergio Moro

Está em seu planos, alavancar a aprovação do projeto "Escola Sem Partido", que deverá ser intensamente discutido no Congresso Nacional.

Ao ser questionado a respeito do papel do juiz Sergio Moro, como futuro ministro da Justiça e da Segurança Pública, o deputado do PSL de São Paulo disse que a indicação do magistrado paranaense para o ministério não significa uma perseguição ao Partido dos Trabalhadores (PT).

O parlamentar assegurou que "Moro condenou pessoas de todos os partidos e que não há essa preocupação, pois, sempre irão criticar".

O deputado Eduardo Bolsonaro afirmou que seu pai "não teria ciúme do juiz federal Sergio Moro, já que não há preocupação com nenhum tipo de vaidade e que a preocupação deve ocorrer com o que é melhor para o Brasil". Eduardo mencionou que o juiz federal da Lava Jato irá se debruçar para a aprovação das dez medidas de combate à corrupção e que "haverá um grande esforço no ano que vem para aprovar isso", além de concluir que "Moro vai fechar a torneira da corrupção no país".

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