A revista Veja publicou nesta sexta-feira (16) uma nota em seu site afirmando que a equipe do presidente eleito, Jair Bolsonaro, "trabalha seriamente com a hipótese de que o PT, através de conexões com o PCC, promova no ano que vem rebeliões em presídios federais".

Segundo a publicação, o objetivo seria dificultar a gestão do juiz federal Sergio Moro, que abandona a magistratura para assumir o superministério da Justiça no Governo de Bolsonaro.

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Uma das missões que Moro já sinalizou durante sua futura gestão é combater o crime organizado e a corrupção. O juiz da Lava Jato, que ganhou grande notoriedade por colocar na cadeia grandes nomes da sociedade, pretende assumir uma postura rígida contra crimes nas cadeias.

Moro também é o magistrado que mais prejudicou o PT, condenando o líder do partido em 9 anos e seis meses de prisão. Logo após, Lula também foi condenado pelos desembargadores do Tribunal Regional Federal da 4ª Região e cumpre pena de 12 anos e um mês de cadeia. Recentemente, o petista prestou depoimento para a substituta de Moro na Lava Jato, a juíza Gabriela Hardt.

Duelo entre Moro e Marcola

Segundo a opinião de um colunista do portal R7, a partir do próximo governo poderá ocorrer um duelo entre Moro e Marcola, chefe do PCC (Primeiro Coma do da Capital). Marcola tem grande habilidade e comanda principalmente o tráfico de cocaína e contrabando de armas.

Por outro lado, Moro prepara o superministério da Justiça, que também se funde com o Departamento Penitenciário Federal. Um dos pontos levantados por Bolsonaro é o endurecimento nos presídios, visando, principalmente, os presos mais poderosos.

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Preocupação chega aos presídios

Um plano de resgate a poderosos presos foi estabelecido. O objetivo era conseguir a soltura de Marcola e outros. No entanto, a Polícia Federal desvendou o crime. Com isso, o aeroporto próximo a penitenciária de segur ança máxima em Presidente Wenceslau, na região de Presidente Prudente (SP), foi fechado.

A Polícia Federal avisou sobre o plano para o Comando Militar do Sudeste e também mobilizou a Polícia Militar.

Além do mais, o Comando de Choque se posicionou para possível grande conflito. O Exército treinou Policiais Militares para possível manuseio de armas antiaéreas.

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