Jair Bolsonaro, pelo Twitter e demais redes sociais, anunciou o diplomata Ernesto Araújo como ministro das Relações Exteriores. De acordo com as palavras de Bolsonaro, Araújo é diplomata de carreira há 29 anos e um "brilhante intelectual".

Em seu perfil em blog pessoal, o diplomata afirma: "quero ajudar o Brasil e o mundo a se libertar da ideologia globalista. Globalismo é a globalização econômica que passou a ser pilotada pelo marxismo cultural.

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É um sistema anti-humano e anticristão".

"Obviamente, a escolha foi motivar o Ministério das Relações Exteriores a incrementar a questão de negócios no mundo todo", disse o presidente eleito.

Durante sua campanha, Bolsonaro deu várias dicas de como seria seu governo no trato com o exterior. Disse que não apenas exploraria o nióbio, a fim de realizar melhor comércio com o mundo, mas também cortaria as relações ideológicas no que tange ao trato com o exterior. Ao invés de Cuba e Venezuela, Bolsonaro demonstrou querer realizar comércio com os países chamados primeiro-mundistas, tal como EUA e os mais diversos países que compõem o bloco europeu.

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Lista de ministro confirmados até o momento

  • Paulo Guedes, na Economia.
  • Onyx Lorenzoni, na Casa Civil.
  • Sérgio Moro, na Justiça e Segurança Pública.
  • General Augusto Heleno, na Segurança institucional.
  • General Fernando Azevedo e Silva, na Defesa.
  • Tenente-coronel Marcos Pontes, na Ciência e Tecnologia.
  • Tereza Cristina, na Agricultura.

Bolsonaro afirmou em campanha que enxugaria o número de ministérios para 15, no entanto, afirmou recentemente que 17 ou 18 deveria ser a estimativa mais acertada.

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