Na manhã desta terça-feira (13), o presidente eleito Jair Bolsonaro, por meio de uma postagem nas redes sociais, confirmou que o general Fernando Azevedo e Silva será o Ministro da Defesa em seu governo. A pasta era para ser inicialmente pelo General Augusto Heleno, que assumirá o Gabinete de Segurança Institucional.

“Comunico a todos a indicação do General-de-Exército Fernando Azevedo e Silva para o cargo de Ministro da Defesa”, escreveu o presidente eleito em sua conta no Twitter. O nome escolhido mantém o perfil de general quatro estrelas que Bolsonaro queria para o cargo.

O futuro ministro, que neste ano passou para a reserva, foi chefe do Estado-Maior do Exército. Atualmente, o general assessora o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli.

Em Brasília

O anúncio do nome do novo Ministro da Defesa foi feito pelo presidente eleito logo após ele chegar a Brasília no início da manhã desta terça-feira (13), onde se encontrará com autoridades. De tarde, estão marcados encontros com presidente de tribunais superiores.

Dentre os assuntos a serem tratados nessa nova visita à capital federal, passou dois dias lá na semana passada, está a proposta de reforma da Previdência Social.

Bolsonaro deseja que o congresso aprove algum item da reforma ainda em 2018, mas considera que isso é algo difícil de acontecer.

Ele também tem compromissos agendados para a quarta-feira (14), quando se encontrará com o presidente da Câmara dos Deputados Rodrigo Maia (DEM-RJ), no Congresso Nacional e conversar com demais colegas deputados.

Mais ministros

O futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, disse que nos próximos dias o presidente eleito anunciará os nomes de novos ministros que comporão seu governo.

Bolsonaro pretende reduzir pela metade o número de ministérios. Com isso, passaria a ter somente 15 minutos ao invés dos atuais 29. Algumas pastas serão extintas enquanto que outras serão incorporadas a outros ministérios.

A expectativa é que sejam anunciados os titulares para Relações Exteriores e Meio Ambiente. O médico e deputado federal Luiz Henrique Mandetta (DEM-MS) é um nome contado para ser o ministro da Saúde.

Eles, inclusive, já tiveram uma conversa no Rio de Janeiro.

Além de Onyx Lorenzoni, que ocupará a Casa Civil, já foi confirmado os nomes de Paulo Guedes, para a economia, Augusto Heleno, para a segurança institucional, Marcos Pontes, Ciência e Tecnologia, Série Moro para Justiça e Segurança Pública, Tereza Cristina para a Agricultura, além do Fernando Azevedo e Silva para a Defesa.

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