O presidente eleito Jair Bolsonaro terá um esquema de Segurança inédito a partir do dia 1° de janeiro de 2019. O ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Sérgio Etchegoyen, encomendou que sua equipe preparasse um novo plano de segurança para Bolsonaro e sua família. Segundo ele, ameaças contra o presidente são preocupantes.

Bolsonaro sofreu atentado no dia 6 de setembro, com isso, ficou impossibilitado de realizar campanha política nas ruas.

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O capitão reformado ainda recupera-se da facada que recebeu na região abdominal. O ministro Etchegoyen enfatizou que mesmo após o atentado, a inteligência do Governo evidencia ameaças constantes a Bolsonaro.

O ministro Sérgio Etchegoyen disse que não pode falar sobre as estratégias, mas afirmou que tudo será feito em prol do presidente eleito. Em reportagem ao portal "Estadão", Etchegoyen disse que a preparação da segurança de Bolsonaro é diferente dos outros presidente que o Brasil já teve, pois Bolsonaro sofreu um atentado. Com isso, a segurança deverá ser muito mais severa perto de qualquer outro presidente que o Palácio do Planalto já teve.

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Jair Bolsonaro Governo

Ameaças mesmo após eleição

Bolsonaro está sendo ameaçado mesmo após ganhar a eleição presidencial, com resultado de mais de 57 milhões de votos úteis. O ministro Etchegoyen contou que o GSI não comenta detalhes sobre a segurança presidencial, porém, confirma que há ameaças que "efetivamente preocupam".

Durante a campanha presidencial, Bolsonaro foi avisado que corria sérios riscos. Além do mais, as ameaças foram citadas pelos aliados de Bolsonaro como justificativa do capitão para não ir aos debates políticos, a fim de evitar possível novo atentado.

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Na véspera da eleição presidencial, o general Augusto Heleno chegou a postar um vídeo nas redes sociais falando da possibilidade de atentado contra Bolsonaro. Augusto Heleno, que já foi apontado como futuro ministro da Defesa, falou sobre "atentado terrorista" e "organização criminosa" e citou ser uma "real ameaça".

Reunião de Bolsonaro

Na última semana, o presidente eleito se reuniu com a Polícia Federal e com a Agência Brasileira de Inteligência (Abin).

O objetivo da reunião foi discutir um novo modelo de segurança para o governo em transição.

As ameaças contra Bolsonaro, segundo o portal Estadão, partiram de diferentes meios. Entre eles, de facções criminosas como o Comando Vermelho e o PCC. Além disso, foram notificadas escutas telefônicas que comprovariam as ameaças.

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