Na tarde desta quarta-feira (7), Bolsonaro anunciou o nome da primeira mulher que será ministra do governo que se inicia no dia 1º de janeiro.

A deputada Tereza Cristina (DEM-MS) vai comandar o Ministério da Agricultura. Ela é coordenadora da frente parlamentar agropecuária, conhecida popularmente como bancada ruralista.

Bolsonaro já havia dado indícios de que o nome para comandar a pasta, que não será mais juntada ao Ministério do Meio Ambiente, sairia do setor rural.

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A indicação de Tereza Cristina aconteceu após reunião com a bancada.

O encontro aconteceu onde o governo eleito realiza o processo de transição, no Centro Cultural Banco do Brasil. No encerramento da reunião, Bolsonaro agradeceu a todos e anunciou Tereza Cristina como nova ministra de seu governo.

Ao deixar a reunião, o vice-presidente da frente parlamentar, o deputado Alceu Moreira (MDB-RS), afirmou que a pasta do Meio Ambiente seguirá autônoma.

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O nome do ou da titular, porém, passará pelo crivo da nova ministra.

A aproximação de Bolsonaro e Tereza Cristina aconteceu pouco antes do primeiro turno das eleições presidenciais. A deputada do DEM levou uma declaração de apoio da bancada ruralista.

De acordo com O Globo, o apoio foi recebido de forma positiva por Bolsonaro e sua equipe, que entenderam a atitude como um passo importante para a vitória. Havia um grande questionamento se Bolsonaro conseguiria apoio no Congresso.

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A declaração de apoio da bancada ruralista passou a ser vista como importantíssima.

Tereza Cristina pertencia ao PSB até outubro do ano passado. Na votação de uma denúncia contra Michel Temer ela contrariou seu partido e votou não. Logo após, migrou para o Democratas, no mês de dezembro. Em fevereiro deste ano assumiu a bancada ruralista.

Bolsonaro já tem cinco ministros confirmados

O novo governo começa a ganhar forma. Em seu Twitter, Bolsonaro afirmou que não convidará ministros baseando-se na cor da pele ou preferência sexual.

Nesta noite, anunciou Tereza Cristina.

Antes dela, Bolsonaro havia confirmado quatro nomes: Onyx Lorenzoni será o titular da Casa Civil. Na Ciência e Tecnologia, o presidente eleito convidou o astronauta Marcos Pontes. Na pasta de Justiça e Segurança, o titular será o juiz federal Sergio Moro, que deixa a Operação Lava Jato. Na Economia, o nome de Paulo Guedes já era conhecido desde a antes de as eleições começarem. Durante a campanha, Bolsonaro chegou a chamar o economista de seu “posto Ipiranga”.

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