O presidente eleito Jair Bolsonaro desmentiu rumores de uma suposta indicação da presidente do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais), Maria Inês Fini, para o comando do Ministério da Educação. Nesta segunda-feira (19), o presidente, inclusive, deu "cartão vermelho" à chefe do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio)."Essa aí não esteve à frente da prova do ENEM? É cartão vermelho direto", afirmou em entrevista durante a tarde em frente à sua residência ao esclarecer supostos rumores que apontavam nomeação de Maria Inês Fini como futura ministra da educação.

As intrigas entre Fini e Jair Bolsonaro tiveram início após a aplicação do exame neste ano. Após a prova, o presidente eleito, em live realizada no Facebook, criticou veemente as questões abordadas pelo exame. Bolsonaro teceu críticas enfatizando, especificamente, a questão que abordava o dialeto utilizado pela comunidade LGBT.

Críticas ao ENEM e rumores de Fini como Ministra da Educação

Durante uma live realizada em seu perfil oficial na rede social, Jair Bolsonaro teceu críticas à chefe do Enem e também à prova aplicada nos dois primeiros domingos de novembro.

Bolsonaro ressaltou, sobretudo, o caso envolvendo a questão que abordava a linguagem utilizada entre os LGBT, o pajubá. "Esse tema da linguagem particular daquelas pessoas não tem nenhuma relação com a prova. Só vai estimular os jovens a pesquisar aquilo", reclamou o presidente eleito.

Ao longo da semana, apesar das críticas, rumores apontavam a nomeação de Fini ao Ministério da Educação. Bolsonaro, entretanto, desmentiu as replicações em redes sociais que apontavam como possível um convite do presidente eleito para que Fini compusesse a equipe de confiança de Bolsonaro.

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Jair Bolsonaro Educação

Jair Bolsonaro afirma haver marxismo na Educação brasileira

Ainda em entrevista realizada nesta segunda-feira, Bolsonaro afirmou haver o que ele descreveu como um "aparelhamento do Ministério da Educação". Segundo o presidente eleito, o setor, por ser um dos mais importantes, sofreu desgaste na gestão do PT (Partido dos Trabalhadores) enquanto este governou o país ao longo de mais de uma década. Bolsonaro acusou, ainda, que há marxismo existente no Ministério da Educação desde os anos em que o PT esteve no poder.

Além da acusação de aparelhamento ideológico do Ministério, Jair Bolsonaro criticou a gestão Dilma-Lula por permanecer 13 anos no poder, dobrar o gasto com educação no país, e, segundo ele, a educação ir "para baixo".

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