O serviço de inteligência da Polícia Federal está apurando quem são os responsáveis por trás de duas ameaças de morte que foram registradas em vídeo contra o presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL). O filho do político, Carlos Bolsonaro, divulgou as imagens e repudiou as ofensas contra seu pai.

Segundo o vereador Carlos Bolsonaro, não se pode menosprezar ataques verbais e, para provar o grande problema da criminalidade no país, ele compartilhou em seu Twitter os vídeos.

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O filho do capitão reformado disse que a forma como esses delinquentes são tratados no país é algo errado e só tem a dar forças para eles continuarem querendo dominar tudo. De acordo com Carlos, isso é um tipo de ameaça que todo brasileiro vive diariamente. As leis e a Justiça no país são fracas e proporcionam que esses bandidos abusem de todos. Entretanto, o vereador afirmou que isso vai acabar em breve.

Em um dos vídeos, um homem evita mostrar seu rosto e aponta um fuzil em direção a um local escuro e faz as ameaças.

Na outra gravação, um homem segura duas pistolas e diz: "Bolsonaro, tu vai entrar na bala". Esse rapaz não se importou em mostrar o rosto no vídeo e ficou bem de frente com a câmera.

Facção criminosa

Os agentes da Polícia Federal buscam descobrir quem são os responsáveis pelos vídeos e pela ameaças feitas ao presidente eleito, Jair Bolsonaro.

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Há a suspeita de que sejam bandidos ligados à facções criminosas.

Um dos pontos que está sendo apurado é se os bandidos gravaram o vídeo apenas para buscar fama ou se estão planejando algum ataque.

O futuro ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Augusto Heleno, chegou a comunicar ao jornal Extra que foi informado sobre um plano terrorista contra o capitão. Os dizeres do general antecederam a divulgação dos vídeos feita por Carlos Bolsonaro no Twitter.

Ainda não foram passadas mais informações sobre quais seriam as atuações da PF nesse caso. Contudo, reuniões já foram feitas com a Agência Brasileira de Inteligência (Abin).

Jogo no domingo

Mesmo sendo alvo de várias ameaças e toda a questão da segurança em volta, Bolsonaro pretende ir ao jogo de Vasco e Palmeiras nesse próximo domingo (25). No entanto, a equipe de segurança dele tenta tirar isso de sua cabeça, pois o colocaria em situação de risco.

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Desde que foi alvo de um ataque com faca em Juiz de Fora, Minas Gerais, durante campanha eleitoral, o presidente eleito vive com colete à prova de bala em todos os lugares que vai.

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