Alguns jornais impressos se queixaram nesta quinta-feira (1º) de terem sido barrados na entrevista concedida pelo presidente eleito Jair Bolsonarovem sua residência, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. De acordo com o jornal Estado de S. Paulo, uma policial federal ficava com uma lista na porta do condomínio, onde continha os nomes dos veículos que estavam autorizados a entrar.

Ainda de acordo com o jornal, apenas dois veículos impressos tinham autorização para entrar.

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Dentre os jornais barrados, além do Estadão, também estavam O Globo e a Folha de S.Paulo, este que fez denúncias contra o então candidato nos últimos dias de campanha. Com exceção da TV Brasil, todas as emissoras de TV e algumas rádios foram autorizados a entrar. Agências internacionais também foram barradas.

O credenciamento foi feito pelo assessor Tercio Arnaud Tomaz, que explicou que a razão pela qual os veículos foram barrados era “questão de espaço”.

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Durante a entrevista, o Bolsonaro foi questionado sobre o motivo dos outros veículos não terem sido autorizados a entrar. O presidente eleito respondeu que não sabia quem havia feito a lista e também assegurou que não havia mandado restringir ninguém.

Ainda segundo reportagem do Estadão, desde quando sofreu o atentado a faca, em setembro, durante ato de campanha em Juiz de Fora, Bolsonaro tem privilegiado mais a imprensa eletrônica em detrimento aos jornais impressos.

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Jair Bolsonaro Eleições

Bolsonaro diz que Forças Armadas farão parte da política nacional

Nesta terça-feira (1º), o presidente eleito Jair Bolsonaro revelou que o Ministério da Defesa será mais um de seus superministérios e disse que as Forças Armadas farão parte da política nacional. “Não vão ser relegadas como nos governos de Fernando Henrique e do PT”, assegurou.

Ainda falando sobre ministérios, Bolsonaro afirmou que as pastas da Agricultura e Meio Ambiente não serão mais unificadas.

Ele justificou a mudança afirmando que isso prejudicaria o agronegócio no exterior. Ele disse ainda que a escolha dos dois ministros ficará a seu cargo. “Não vão ser as ONGs”, assegurou o presidente eleito.

Bolsonaro também falou sobre o ensino superior, que não ficará mais sob responsabilidade do Ministério da Educação e passará a ser administrado pelo Ministério da Ciência e Tecnologia.

De acordo com o presidente eleito, seu governo terá 17 ministérios.

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