A atriz e apresentadora Monica Iozzi demonstrou-se contrária a decisão do juiz federal Sergio Moro de chefiar os Ministérios da Justiça e da Segurança Pública. Segundo a atriz, Moro se mostrou uma pessoa política ao aceitar o convite.

Em sua conta no Instagram, Iozzi postou uma notícia do ano de 2016, do jornal O Estado de São Paulo, onde Moro teria dito que jamais entraria para a política. A atriz acabou sendo alvo de indignação de internautas e seguidores que contestaram a publicação dela. "Você caiu largamente no meu conceito", afirmou uma internauta.

Um dos seguidores escreveu que da mesma forma que Moro decidiu mudar de ideia e entrar na política, Lula também mudou, pois havia prometido um Brasil livre da pobreza e acabou, de acordo com o internauta, roubando os cofres públicos. Outras pessoas questionaram se a atriz nunca decidiu mudar a vida dela. "Estamos sempre em evolução", disse outro.

Uma seguidora comentou que não entende porque que as pessoas torcem pelo contrário ao invés de acreditarem num Brasil melhor. "Que tristeza você falar uma coisa dessas", disse. Outro seguidor da atriz falou que se surpreende ao ver que as pessoas torcem para que tudo dê errado.

Em contrapartida, alguns seguidores defenderam o posicionamento da atriz: "Ele nunca foi juiz, sempre foi político da extrema-direita", escreveu. Outra internauta provocou: "Estou sentindo um cheirinho de troca de favores, e vocês?".

Amigo espancado

Recentemente, a atriz postou um desabafo dizendo que estava indignada com a agressão que um amigo havia sofrido por, segundo ela, ser alvo de homofobia. Afirmou que o amigo estava todo machucado com várias fraturas e que deveria passar por cirurgia.

Conforme Monica, o agressor disse que era apoiador de Jair Bolsonaro. A artista repudiou uma declaração do presidente eleito que dizia que essa violência não tinha nada a ver com ele. Contudo, na opinião da atriz, os discursos de Bolsonaro levam as pessoas a cometerem as agressões.

Votação

No primeiro turno das eleições, a atriz afirmou que votou em Ciro Gomes (PDT) e que no segundo turno a opção dela era Fernando Haddad (PT).

Iozzi disse que nunca concordou com a forma como Jair Bolsonaro prega a violência e se diz contrária a algumas declarações dele que supostamente ferem a comunidade LGBT.

Bolsonaro, em entrevistas, já disse que não é homofóbico e que muitas declarações dele foram conturbadas pela imprensa.

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