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Ernesto Araújo, escolhido como futuro ministro das Relações Exteriores no Governo de Jair Bolsonaro, reagiu a críticas do ex-ministro do PT, Celso Amorim. Segundo informações do portal G1, o futuro chanceler disse que durante o governo de Bolsonaro, ocorrerá um "exame minucioso" da política externa praticada durante os governos petistas.

Neste último domingo, 18 de novembro, o futuro ministro rebateu críticas de Amorim através de postagem na rede social Twitter. Ernesto disse que Amorim avaliou que a escolha de Bolsonaro para as Relações Exteriores significaria retorno à Idade Média. Com isso, Ernesto Araújo disse que é algo que não irá ocorrer. Além do mais, respondeu, afirmando que a partir do ano que vem se iniciará um "exame minucioso" em busca da "possíveis falcatruas" praticadas por líderes do Partido dos Trabalhadores durante poder no governo.

Veja abaixo a publicação na íntegra.

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Divergência de opiniões

A afirmação de “política externa ativa e altiva”, expressada através do Twitter, é algo que traz divergência de opiniões entre Ernesto Araújo e Celso Amorim. Desde que Lula chegou ao poder no Palácio do Planalto, Amorim enfatizou a expressão como uma forma de não se alinhar automaticamente com os Estados Unidos. Na época, Amorim dizia que o Brasil não deveria se tornar submisso e ter relações apenas de âmbito comercial com o país norte-americano.

Por outro lado, Ernesto compactua com ideia mais próxima de Bolsonaro. O presidente eleito mostra apreço pelo presidente americano Donald Trump.

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Bolsonaro anuncia nome de novo ministro

Quando anunciou sua escolha para as Relações Exteriores, Jair Bolsonaro caracterizou Ernesto Araújo como um diplomata "brilhante intelectual" que tem carreira há mais de 29 anos. A atuação de Araújo no momento é na direção do Departamento dos Estados Unidos, Canadá e Assuntos Interamericanos.

Bolsonaro também apontou que a missão de Ernesto é conseguir incrementar os negócios do Brasil, sem relacionar-se com viés ideológicos.

Quadro de objetivos na política

Logo após criticar Celso Amorim, o futuro chanceler publicou no Twitter um quadro com alguns de seus objetivos para exercer no Brasil. Entre eles, estão:

  • Nova política externa para atrair investimentos, acordos comerciais e tecnologia;
  • Ele cita que o Brasil terá "os pés no chão", porém com a "cabeça erguida";
  • O Brasil não se submeterá às ditaduras.