A condução de todos os trabalhos da força-tarefa de investigação da Operação Lava Jato, antes sob a condução do juiz federal Sergio Moro, passam às mãos da juíza federal Gabriela Hardt, substituta direta do magistrado na décima terceira Vara Criminal da Justiça Federal de Curitiba.

Vale lembrar que dentre os presos no âmbito das apurações da Lava Jato, está o ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva.

O ex-mandatário petista havia sido sentenciado à condenação por Moro, em face ao processo que julgou a aquisição do apartamento de luxo tríplex em Guarujá, por meio de recursos financeiros ilícitos provenientes de empreiteiras envolvidas no mega esquema de corrupção na Petrobras.

Dessa vez, encontra-se sob a condução da juíza Gabriela Hardt outro processo que envolve o ex-presidente Lula e que está próximo de um desfecho.

É o caso que se refere à propriedade de um sítio, localizado em Atibaia, interior do estado de São Paulo, e que também seria atribuído ao ex-presidente, de acordo com as investigações e provas obtidas no âmbito da força-tarefa da Lava Jato. Gabriela assumiu a condução dessa investigação após Moro ter aceitado ser ministro da Justiça e da Segurança Pública no governo do presidente eleito, Jair Messias Bolsonaro.

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Polícia Lava Jato

Novos desafios e reforço na segurança da magistrada

A Polícia Federal ofereceu um reforço de agentes em medida que podem acarretar mais segurança à juíza federal Gabriela Hardt. Vale lembrar que as ações de segurança vêm, após a confirmação de que a magistrada irá conduzir uma audiência na próxima quarta-feira (14), em que deverá depor o ex-presidente Lula, em relação ao inquérito relacionado ao sítio de Atibaia.

A data em que a magistrada federal de Curitiba assumiu os trabalhos da força-tarefa da Operação Lava Jato, é de 1º de novembro deste ano. O incremento na segurança da juíza foi apontada pela Polícia Federal como uma medida preventiva a ser seguida. O próprio juiz Sergio Moro já vinha sendo escoltado por policiais federais. Na noite da última sexta-feira (09), a juíza Gabriela encaminhou um ofício ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Edson Fachin, em que reitera que Moro já negou qualquer tipo de relação entre o fato de assumir a pasta do Ministério da Justiça no próximo governo e o processo que envolve a condenação do ex-presidente Lula, no inquérito referente ao tríplex em Guarujá.

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