A equipe de transição do governo Jair Bolsonaro terá até a data da posse do novo presidente, marcada para 1º de janeiro, 55 dias de trabalho, que será coordenado pelo futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni.

As 27 pessoas que foram nomeadas para os trabalhos até o momento já tiveram seus nomes publicados no Diário Oficial da União e 22 deles irão receber remuneração. Pessoas próximas ao presidente eleito garantem que ele ainda irá nomear quatro mulheres, sendo uma civil e três miliares. Eles irão dispor de telefones celulares com acesso ao sistema que servirá como base ao novo governo.

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Nomes escolhidos

Já confirmado por Bolsonaro para chefiar o Ministério da Ciência e Tecnologia, o astronauta Marcos Pontes, é um dos futuros ministros que fará parte da equipe de transição, assim como o general da reserva Augusto Heleno, que deve ocupar o Ministério da Defesa. Mais um futuro ministro a fazer parte desse grupo de transição é o economista Paulo Guedes.

A de transição ainda terá o vice-presidente da Fundação Getúlio Vargas, Marcos Cintra Cavalcanti De Albuquerque, o Diretor do Centro de Estudos da FVG, Roberto Da Cunha Castello Branco, os economistas Carlos Von Doellinger, Carlos Alexandre Jorge da Costa, Waldery Rodrigues Júnior e Adolfo Sachsida

Também estão na equipe os irmãos Arthur Bragança de Vasconcellos Weintraub e Abraham Bragança de Vasconcellos Weintraub.

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Ambos são professores da Universidade Federal de São Paulo, sendo que o primeiro é graduado em Direito pela USP e o segundo mestre em administração na área de finanças.

Da área militar vêm Luciano Irineu de Castro Filho, que como 1ª tenente engenheiro da Força Aérea Brasileira trabalhou durante cinco anos no Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), o coronel da reserva remunerada Luiz Tadeu Vilela Blumm, o tenente-coronel da reserva Waldemar Gonçalves Ortunho Júnior, o Engenheiro mecânico-aeronáutico Alexandre Xavier Ywata de Carvalho, além de Eduardo Chaves Vieira, graduado como oficial da arma de engenharia do Exército.

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Jair Bolsonaro

Ainda fazem parte do grupo de transição o presidente nacional do PSL, Gustavo Bebianno, o ex-secretário municipal de Gestão de São Paulo, durante o governo de João Doria, Paulo Antônio Spencer Uebel, o secretário do Programa de Parcerias de Investimentos Bruno Eustáquio Ferreira Castro de Carvalho, o pastor da Primeira Igreja Batista Bessamar, Sérgio Augusto de Queiroz, o sociólogo Antônio Flávio Testa, o biólogo Ismael Nobre, o Analista de infraestrutura do Ministério do Planejamento, Jonathas Assunção Salvador Nery de Castro.

Fechando a equipe, ainda estão o atual secretário-executivo da Secretaria-Geral da Presidência, Pablo Antônio Fernando Tatim dos Santos, os empresários Marcos Aurélio Carvalho e Gulliem Charles Bezerra Lemos, e o advogado Paulo Roberto, que foi secretário parlamentar do então deputado Jair Bolsonaro.

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