O juiz federal Sérgio Moro pretende implementar todo um trabalho voltado para o combate à corrupção e ao crime organizado com figuras de confiança, especialmente, com a possibilidade de ter que contar com membros integrantes da força-tarefa da maior operação anticorrupção em toda a história contemporânea brasileira, a Operação Lava Jato, da Polícia Federal, sediada em primeira instância, na décima terceira Vara Criminal da Justiça Federal de Curitiba, no estado do Paraná.

A operação anticorrupção apura crimes cometidos na maior estatal brasileira, a Petrobras, por meio de desvios de recursos públicos dos cofres da estatal, principalmente, através de empreiteiras envolvidas no mega esquema de corrupção denominado popularmente de "Petrolão". Dentre os principais presos no âmbito da força-tarefa da Lava Jato, está o ex-presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva.

O ex-mandatário petista cumpre uma pena estipulada de mais de doze anos de prisão em regime fechado em decorrência da aquisição de um imóvel de luxo localizado na cidade de Guarujá, no litoral do estado de São Paulo. Os recursos financeiros ilegais seriam provenientes dos cofres da Petrobras, por meio de empreiteiras envolvidas no mega esquema de corrupção e distribuição de propinas. A sentença de condenação foi proferida pelo juiz Sérgio Moro em primeiro grau, sendo confirmada no tribunal de segunda instância, o TRF4 (Tribunal Regional Federal da Quarta Região), de Porto Alegre, no estado do Rio Grande do Sul, pelos votos de um colegiado de desembargadores.

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Lava Jato Jair Bolsonaro

Integrantes da Lava Jato no governo de Jair Bolsonaro

O juiz Sérgio Moro já avalia com muita atenção, a oportunidade de levar membros integrantes da Operação Lava Jato sob sua alçada no Ministério da Justiça e da Segurança Pública, no Governo do presidente eleito Jair Messias Bolsonaro. O magistrado paranaense tem como propósito levar nomes ligados à Polícia Federal, como também, integrantes que façam parte da força-tarefa provenientes da Receita Federal.

Vale lembrar que para que o juiz federal e futuro ministro consiga colocar em prátia seu plano e os projetos de toda uma agenda anticorrupção e anticrime organizado, serão disponibilizados para o ministério, um orçamento vultoso de mais de R$ 4,798 bilhões no próximo ano, o que corresponde a mais de 47% dos recursos destinados para o ministério no ano atual.

Entretanto, o juiz Sérgio Moro deve levar em conta que o novo Ministério da Justiça e Segurança Pública herdará um grande déficit de pessoa, principalmente, em se tratando de órgãos, como a Polícia Rodoviária Federal.

O juiz Sérgio Moro também já confidenciou a interlocutores que pretende ter um ou dois nomes integrantes do Ministério Público Federal.

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