Wagner de Campos Rosário, mais novo ministro indicado por Bolsonaro a compor o governo em 2019, formou-se militar em colégio do Distrito Federal e estudou na Academia Militar das Agulhas Negras. Possui mestrado em combate à Corrupção e Estado de Direito pela Universidade de Salamanca. Atualmente, encontra-se à frente da pasta da Transparência e CGU (Controladoria Geral da União) na gestão Temer e, por escolha do presidente eleito, continuará a exercer tal função.

Wagner Rosário foi indicado ao presidente eleito como profissional eficiente e, juntamente com Moro, deverá contribuir no combate à corrupção na instância federal, investigando os orgãos na mais alta esfera.

Uma curiosidade seria a de que Wagner Rosário é formado também em educação física assim como o presidente eleito, Jair Bolsonaro, tendo sólida carreira militar.

Em encontro anterior com Wagner Rosário, o presidente eleito afirmou que estava considerando incorporar parte da CGU ao Ministério da Justiça, visando maior efetividade na luta contra a corrupção, contudo, Bolsonaro voltou atrás quanto à sua ponderação inicial e resolveu não fundir os ministérios. Wagner Rosário, pelo Twitter, agradeceu ao presidente eleito pela sua nomeação e confirmou seu desejo em contribuir com o novo governo em 2019.

As atribuições do ministro da Transparência e CGU

O trabalho da CGU, exercido pelo ministro e pelas secretarias que compõem o ministério, é fiscalizar o uso do dinheiro público para que não haja corrupção.

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Jair Bolsonaro Corrupção

Por isso, controla o que é gasto, ponderando a respeito de como esse dinheiro deve ser utilizado por parte dos administradores.

Responsável para com a prestação perante o povo, a pasta em questão também disponibiliza informações sobre como estão sendo gastos os tributos oriundos da arrecadação pública, pois, para além disso, tal ministério também primaria pela transparência na administração pública.

Cabendo ao CGU a asseguração de tal transparência, a sociedade é incentivada a também fiscalizar o controle daqueles gastos, apurando reclamações e expondo eventuais sugestões no que tange às ações do governo. A escolha de Bolsonaro por fazer permanecer o senhor Wagner Rosário como ministro acabou por animar muitos, visto a possível confluência de ideias entre Wagner e o futuro ministro da Justiça, Sergio Moro.

A composição do futuro governo do presidente eleito se mostra não apenas técnica, mas condizente com suas pautas e promessas.

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