A situação envolvendo as movimentações consideradas atípicas de acordo com um relatório apresentado pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) e que podem atingir diretamente um dos filhos do presidente eleito da República, Jair Messias Bolsonaro, vem à tona com novos "embates", principalmente, em relação ao papel a ser desempenhado pelo Senado da República.

Trata-se de um tema que vem sendo explorado pela grande mídia do país, justamente restando poucos dias para a posse do futuro mandatário do país, em se tratando do envolvimento do ex-assessor de seu filho Flávio Bolsonaro, o ex-policial militar Fabrício Queiroz.

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Recado de aliados do senador Renan Calheiros (MDB-AL)

O relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) pode acarretar um certo enfraquecimento de poder ao senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), em se tratando da próxima legislatura como senador da República, de acordo informação veiculada nesta segunda-feira (10) no jornal O Estado de S. Paulo.

Vale ressaltar que o senador eleito Flávio Bolsonaro tem participado de articulações juntamente ao Congresso Nacional, ao denotar um posicionamento contrário às pretensões do senador Renan Calheiros (MDB-AL), que postula a candidatura à Presidência do Senado federal, no ano que vem.

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Jair Bolsonaro Governo

Entretanto, segundo aliados do senador Renan Calheiros, o jogo teria "invertido" tornando-se favorável ao senador alagoano.

O episódio envolvendo as movimentações financeiras em contas por meio de depósitos realizados pelo ex-assessor de Flávio, Fabrício Queiroz, passou a ser utilizado como meio de se propagar "ameaças" por parte de parlamentares ligados a Renan, contra o filho do presidente eleito da República.

Segundo publicado pela imprensa, alguns aliados do senador alagoano Renan Calheiros, de modo reservado, teriam afirmado que se o senador eleito Flávio Bolsonaro continuar demonstrando e articulando sua posição contra o objetivo de Renan de conseguir o comando do Senado da República, o filho de Jair Bolsonaro poderia ter que enfrentar o Conselho de Ética da Casa Legislativa.

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Essa ação poderia se concretizar se Flávio manter o mesmo discurso.

O roteiro dos aliados de Renan Calheiros já estaria pronto para que pudessem enquadrar o senador eleito, Flávio Bolsonaro. Durante o período em que os fatos envolvendo as movimentações financeiras atípicas ocorreram, o senador eleito já era deputado estadual pelo estado do Rio de Janeiro, portanto, passível de ter que enfrentar o Conselho de Ética, segundo aliados de Renan Calheiros.

Porém, mesmo que o respectivo caso não avance, já seria um "susto" e um recado enviado ao futuro Governo.

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