O Governo de Jair Bolsonaro começará no dia 1º de janeiro de 2019 e já é alvo de algumas conversas reservadas entre generais. Na concepção deles, pode ocorrer um esvaziamento de decisões em relação à atuação do Ministério da Defesa, já que três generais do Exército estão na linha de frente do governo do presidente eleito.

O Ministério da Defesa é a pasta responsável por supervisionar as Forças Armadas, e existe um receio de que haja contaminação Política das forças e essa pasta perca a força de decisão.

Essa análise foi feita por oficiais que possuem espaço no governo de Michel Temer e no futuro governo de Bolsonaro.

O capitão reformado do Exército, escolhido para comandar o Brasil a partir do ano que vem, cercou-se de generais para poder governar. Um dos seus principais conselheiros é o general Augusto Heleno, que chefiará o Gabinete de Segurança Institucional (GSI). Para a Secretaria de Governo, o nome escolhido por Bolsonaro é do general Carlos Alberto dos Santos Cruz.

O vice é o general Hamilton Mourão, que terá grande poder de decisões para despachar dentro do Planalto.

Para que não se misture a independência das Forças Armadas com a política, surgiram várias declarações de generais sobre a importância dessa separação. Um dos receios é caso haja uma crise no governo, onde nada pode envolver as Forças Armadas.

Preocupação

Existe hoje uma certa preocupação com uma possível contaminação política nas Forças Armadas.

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Jair Bolsonaro Governo

Vale ressaltar que a instituição possui grande aprovação do povo brasileiro.

A campanha de Bolsonaro causou um grande entusiasmo nos quartéis, e militares, mesmo em anonimato, estavam na torcida pela vitória do capitão.

Um dos pontos até o momento visto e cumprido pelo presidente eleito é que ele se cercaria de militares caso fosse vitorioso. Dessa forma, Bolsonaro já tinha isso como um objetivo e não seria algo que ele pensou depois que venceu. No entanto, generais ainda revelam grande preocupação com tudo isso.

Crises

Um dos temores é caso surja uma crise no governo, onde militares podem ser culpados pela população por algo que não está condizente com o que eles almejavam. Por essa razão, existe a necessidade dos generais não misturarem política com as Forças Armadas e eles devem se esforçar para isso a todo momento.

Um general disse que há um risco real de que "um se sente na cadeira do outro". Um outro oficial afirmou que o Ministério da Defesa é quem responde politicamente pelas Forças Armadas.

Assim, não caberia a ninguém tentar passar por cima dessa pasta. Deverá haver um respeito com as funções de cada um.

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