O Gabinete de Segurança Institucional (GSI) do Governo do presidente da República, Michel Temer, deverá realizar todo um trabalho de reforço da segurança do presidente eleito, Jair Messias Bolsonaro. O papel a ser desempenhado na condução de todo esse processo ficará a cargo do ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, general Sérgio Etchegoyen.

Um dos principais pontos a ser discutido trata-se de uma ação que possa reforçar a segurança do futuro mandatário brasileiro, inclusive, com a possibilidade de se aumentar a segurança de Bolsonaro, em comparação com a segurança já existente, em relação ao atual presidente da República, Michel Temer.

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Segurança para além da posse presidencial

De acordo com o plano traçado pelo ministro-chefe do GSI, general Sérgio Etchegoyen, o reforço destinado ao esquema de proteção do presidente eleito Jair Bolsonaro não deverá estar restrito à cerimônia de posse presidencial, mas também a partir de meados do mês de janeiro de 2019, quando o futuro mandatário brasileiro tem a sua segurança assumida pelo Gabinete de Segurança Institucional (GSI).

Segundo declarações do ministro Sérgio Etchegoyen, o Brasil "nunca teve um candidato a presidente que tivesse sofrido uma tentativa de assassinato e isso, por si só, já justificaria o reforço na segurança", além de explicar que "a estrutura do Gabinete de Segurança Institucional se adapta aos novos dirigentes".

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Entretanto, o general do Exército brasileiro e atual ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional afirmou que ainda "existiriam ameaças" ao presidente eleito, Jair Bolsonaro, e que até que essas ameaças sejam totalmente esclarecidas e até mesmo, disseminadas, elas, todavia, "permanecem vivas" e sob extrema atenção e cuidado de toda a força-tarefa dirigida pela equipe de segurança.

O ministro Sérgio Etchegoyen concluiu que "toda a ameaça somente deixaria de ser ameaça, quando estiver totalmente, de fato, esclarecida", em alusão a supostas ameaças que estariam sendo monitoradas pelos agentes de segurança que deverão cuidar de todo o trabalho voltado para a cerimônia de posse do futuro mandatário do país, Jair Bolsonaro.

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Jair Bolsonaro Governo

Ao relatar o trabalho a ser feito em relação à segurança presidencial e todos os presentes durante a posse de Bolsonaro, o ministro Etchegoyen mencionou um caso que fora neutralizado no Rio de Janeiro, embora "outras ameaças ainda existam". Entretanto, por motivos de seguraça, o general não quis estimar qual o número do contingente de militares que estarão disponibilizados para esse trabalho, durante a posse presidencial, seja na Esplanada dos Ministérios, Praça dos Três Poderes, Congresso Nacional e Palácio do Planalto.

Porém, Etchegoyen assegurou que "a segurança será absoluta".

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