O Ministério Público Federal fez o reforço de sua solicitação inerente à possível condenação do ex-presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, no âmbito das investigações da maior operação anticorrupção em toda a história contemporânea do país, a Operação Lava Jato, da Polícia Federal.

Vale ressaltar que a operação Lava Jato é conduzida em primeira instância pela juíza federal Gabriela Hardt, a partir da décima terceira Vara Criminal da Justiça Federal de Curitiba, no estado do Paraná.

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A magistrada substituiu o ex-juiz federal Sergio Moro. Moro aceitou convite para se tornar o futuro ministro da Justiça e da Segurança Pública, no governo do presidente eleito, Jair Messias Bolsonaro.

Inquérito relacionado ao caso do sítio de Atibaia

A solicitação formulada pelo Ministério Público, pela condenação do ex-presidente Lula e mais doze réus na ação penal que tramita no âmbito da força-tarefa da Operação Lava Jato, é relacionada ao caso referente à implementação de reformas em um sítio localizado na cidade de Atibaia, no interior do estado de São Paulo.

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De acordo com as investigações da Lava Jato, essas reformas concretizadas no imóvel teriam beneficiado o ex-mandatário petista. Os investigadores apontam ainda que o ex-presidente Lula seria o dono da propriedade.

Vale ressaltar que o ex-presidente da República nega as acusações de que seria o real proprietário do sítio situado na cidade paulista de Atibaia. Porém, as alegações finais apresentadas pelo Ministério Público Federal, que fazem parte da última ação relacionada ao processo antes da sentença, foram protocoladas por meio de processo eletrônico, no fim de noite da última segunda-feira (10).

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Lava Jato Lula

O próximo passo trata-se de manifestação nos autos por parte da maior estatal brasileira, a Petrobras, e os demais envolvidos no caso, como por exemplo, as defesas dos acusados que deverão se posicionar ao protocolar suas alegações finais. O Ministério Público Federal denota também, por meio de seu pedido documentado à Justiça, que os réus percam todos os seus bens ou valores que teriam sido adquiridos por meio de práticas criminosas, além de repararem os danos em favor da Petrobras, cuja quantia extrapola os R$ 155 milhões.

No inquérito relativo ao caso do sítio Atibaia, o ex-presidente Lula responde por crimes de lavagem de dinheiro e Corrupção passiva. São delatores no respectivo processo, os empreiteiros ligados à Construtora Odebrecht: Alexandrino Alencar, Carlos Armando Guedes Paschoal, Emyr Diniz Costa Junior e o patriarca da empresa, Emílio Odebrecht.

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