Na tentativa de preencher as vagas dos respectivos ministérios antes do prazo determinado da posse do presidente eleito, Jair Bolsonaro, a equipe de transição do novo Governo vem trabalhando muito para deixar tudo pronto e organizado.

Na manhã desta terça-feira (3), o futuro ministro-chefe da Casa Civil, deputado federal Onyx Lorenzoni, do DEM, e principal articulista, cedeu entrevista à rádio Gaúcha Zero Hora (GaúchaZH), onde explicitou diversas questões principalmente no modus operandi da transição.

A extinção do Ministério do Trabalho e a distribuição de suas funções para outras pastas

Ainda segundo informações do jornal GaúchaZH, o titular da Casa Civil também confirmou que o Ministério do Trabalho deve deixar de existir. Apesar disso, as funções do ministério devem ser distribuídas em 3 pastas:

  • Economia;
  • Cidadania;
  • Justiça.

O futuro ministro também confirmou 20 ministérios e 2 eventuais --Advocacia-Geral da União e Banco Central.

Segundo o articulista do primeiro escalão do governo Bolsonaro, ambos perderão o status de ministério. Para tanto, é necessária a aprovação de PECs (Propostas de Emenda à Constituição).

Bancada evangélica

De acordo com o próprio democrata, resta divulgar quem vai comandar as pastas do Meio Ambiente e de Direitos Humanos, Família e Mulheres.

Para esse último ministério, o presidente Jair Bolsonaro já chegou a convidar Damares Alves, advogada e pastora, o que teria desagradado (segundo informações dispostas) a bancada evangélica.

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Governo Tendências

Anteriormente a esse fato, o presidente eleito também teria causado mal-estar nos evangélicos, já que, de acordo com informações, o mesmo rejeitou nomes indicados por eles ao ministério da Cidadania (agora, chefiado por Osmar Terra, do MDB).

Sem toma lá, dá cá

Ao GaúchaZH, Onyx Lorenzoni reforçou que o novo governo será diferente dos anteriores, mais precisamente dos últimos 30 anos, onde ocorreu, em suas palavras, "um famigerado presidencialismo de coalisão".

Com o intuito de colocar uma linha entre o novo governo e os de outrora para denotar a diferença, o articulista do novo governo fez questão de apontar o toma lá da cá resultante da relação entre os Poderes Executivo e Legislativo. Quanto a isso, ele foi bem claro ao afirmar que não iriam fazer o mesmo que outros governos.

Já as indicações do 3º e 2º escalão devem ser mescladas entre nomes técnicos e políticos.

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