O primeiro foi Figueroa, depois na sequência vieram Falcão, Fernandão e agora Andrés D'Alessandrodeixou o Sport Club Internacional de Porto Alegre. Um argentino com sangue verdadeiramente vermelho. Um exemplo de caráter e liderança. Ele incendiava cada jogo. Trazia a torcida junto. Foi não só fundamental, mas indispensável nas grandes conquistas coloradas.

O chileno Dom Elias Figueroa Brander marcou época no Inter.

Foi dele o antológico gol iluminado que deu o primeiro título de campeão brasileiro ao Rio Grande do Sul naquela célebre cabeçada escorando a cobrança de falta do Valdomiro, vencendo o também grande goleiro Raul do Cruzeiro de Belo Horizonte. Contudo nem Figueroa atingiu o grau e empatia clube/torcida conquistado por D'Alessandro.

Quando D'Alessandro foi contratado, revela o ex-presidente colorado que foi até Buenos Aires para discutir as bases de seu contrato e revelar ao futuro ídolo a principal regra que ele deveria seguir no Rio Grande do Sul.

Segundo Fernando Carvalho, ele disse em alto e bom tom, só que com outras palavras: o importante é sempre ganhar do Grêmio. E pelo jeito parece que D'Alessandro compreendeu bem o recado. Foi nestes clássicos que D'Ale consolidou sua alma colorada com notoriedade. Jogou 27 GRENAIS, venceu 13, perdeu 5 e empatou 9.

E sua notoriedade se destacou enfrentando o Grêmio. Nunca se cansou de dizer que o Rio Grande tinha dono e era o Inter.

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De tão colorado que certa feita o Grêmio comprou um jogador e pediu que ele mostrasse Porto Alegre. Que nada! Negou-se. Não usava roupa, carro, tênis – nada da cor azul. Enfrentava o Grêmio com elegância – tinha por hábito se impor diante dos árbitros. Passou a falar pelo Inter. Nenhum outro jogador assumiu tamanha dimensão na história.

D'Alessandro transformou-se em uma lenda e Comandante-em-chefe colorado.

Encarava e não se intimidava. Tornou-se o mais importante jogador do Inter dos últimos tempos. Ele foi um filantropo que não gostava de aparecer, e sim suas obras de caridade.

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