Um homem, armado com um facão, ameaçava seus familiares e outras pessoas que passassem em uma rua no bairro Genaro, em Dias D'Ávila, até que a Polícia, acionada por uma sobrinha, chegou no local. Apesar de, com toda a certeza, os policiais estarem armados com armas de fogo, o homem avançou decidido contra o policial que o abordou. Contudo, o policial revidou com um tiro e o homem acabou imobilizado no chão.

Confira o Vídeo:

De acordo com a Polícia Militar, citada pela Rede Globo, o homem ainda tentou atirar pedras contra a carrinha e conseguiu mesmo quebrar um vidro, mesmo depois de atingido. A peça da Globo não esclarece se o homem estaria sob o efeito de álcool ou drogas.

Depois de conseguir deter o criminoso, a polícia acionou por sua vez o Samu, que logo levou ele para a UPA de Dias D'Ávila, de onde foi transferido para o Hospital Geral Camaçari. Logo que tiver alta desse estabelecimento hospitalar, será imediatamente preso.

Reação da internet

Na página da Globo, os comentários dos usuários e leitores do artigo expressavam, na sua maior parte, reprovação pelo ato do homem, mas também questionavam algum uso excessivo da força. Expressões como "bandido bom é bandido morto" e outras eram recorrentes, bem como a reclamação do direito de uso de arma. No extremo das opiniões, alguns reclamavam que o policial deveria ter atirado para matar e "mandar o homem para debaixo da terra".

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Polícia Curiosidades

Acrescentando alegado conhecimento jurídico (sem qualquer prova), um comentarista diz que o cenário de legítima defesa deveria até permitir que o policial atirasse para matar, e que nada lhe aconteceria em termos legais e penais por causa disso.

Eram frequentes também os comentários criticando a ideologia dos Direitos Humanos e sugerindo, em um trocadilho, que se trata de "direitos dos manos", uma vez que a sua aplicação só iria beneficiar os criminosos.

Um outro usuário, todavia, apontava que a Polícia Militar não deveria disparar uma arma letal contra um cidadão munido de arma branca, devendo usar também uma arma não letal, como um taser. Outro ainda lembrava que o criminoso deste caso parece ser mais um "doidim" do que um criminoso com grande histórico, e que talvez tivesse agido em meio a um ato de loucura súbita, e que por isso nunca mereceria que o policial atirasse a matar.

Se existia algum consenso nessas opiniões, era sem dúvida sobre se tratar de um caso de legítima defesa, o que se compreende, pois é bem visível que o homem carrega sobre o policial de arma em punho com clara intenção de atingir e golpear.

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