A torcida do São Paulo comemora um bom momento no futebol, desde a chegada de Rogério Ceni ao comando da equipe. Fora de campo, a situação também é positiva para aqueles que gostam de #Carnaval.

Isso porque as duas principais torcidas organizadas do clube estarão no Grupo Especial do Carnaval de São Paulo em 2018. A #Dragões da Real foi a vice-campeã deste grupo, enquanto a Independente ficou na mesma posição, no Grupo de Acesso e subiu de divisão.

Pela primeira vez, uma equipe da cidade de São Paulo terá duas torcidas desfilando no Grupo Especial. O Corinthians, com a Gaviões da Fiel, e o Palmeiras, com a Mancha Verde, também estão neste grupo, mas essas equipes nunca passaram de uma só torcida.

Dragões da Real

Desde que chegou ao Grupo Especial do Carnaval de São Paulo, a Dragões da Real tem se destacado e figura entre as primeiras colocadas. Neste ano, o título foi perdido na última nota.

E isso só aconteceu porque a Liga das Escolas de Samba não permite que duas agremiações sejam campeãs. A Dragões conquistou 269,7 pontos, mesma pontuação da campeã, Acadêmicos do Tatuapé.

Torcida Independente

A Torcida Tricolor Independente foi expulsa do carnaval quando era apenas um bloco e estava nos grupos inferiores, em 2003, depois de uma briga que resultou na morte de um integrante da torcida corintiana Pavilhão Nove.

A Independente voltou ao carnaval anos depois e, desde então, vem galgando acessos. Em 2015, chegou ao Grupo de Acesso e sonhava com a classificação para o desfile do Grupo Especial, o que aconteceu neste ano.

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A escola ficou na segunda posição, atrás da X-9 Paulistana, tradicional escola da Zona Norte, que retorna ao Grupo Especial depois da passagem pela divisão inferior.

No ano que vem, o carnaval de São Paulo terá quatro escolas de samba de torcidas organizadas – o maior número em toda a história. Anos atrás, apenas a Gaviões da Fiel figurava no carnaval. Depois, chegou a Mancha Verde. Na sequência surgiu, a Dragões da Real e, agora, a #Torcida Independente.

A presença de tantas torcidas organizadas, que muitas vezes contam com apoio de clubes, deixa as escolas de samba tradicionais preocupadas.