O Domingo de ramos na comunidade paroquial Santo Antônio do Parque, Diocese de Guarulhos (SP), foi celebrado nesse domingo, dia 25, em comunhão com a Igreja Católica Apostólica Romana. O rito dessa data aconteceu em dois momentos, sendo o primeiro deles, na Praça na Rua José Manoel Lopes no Jardim Ipanema.

No local, pelo Evangelho (Marcos- 11,1-10), padre Marcos Vinícius Clementino, explicou aos fiéis, que a procissão de ramos remete ao Novo Testamento, particularmente a entrada de Jesus Cristo em Jerusalém, montado em um jumentinho.

O padre destacou, que “este ato marca a centralidade de nossa fé: paixão, morte e ressurreição de Jesus Cristo”. O sacerdote acrescentou que Jesus foi aclamado e muitos estendiam suas vestes para ele passar. Outros jogavam ramos colhidos nos campos. Ainda neste local, o pároco abençoou os ramos que os fiéis traziam nas mãos, fornecidos a todos pelos agentes de serviços da paróquia.

Fiéis participam de narração e encenação do Evangelho

Já o segundo momento ocorreu com os fiéis repetindo gestos dos primeiros seguidores de Cristo.

Caminharam em Procissão pelas ruas do bairro em direção à igreja. Animados pelo ministério de canto, entoando Hosana hei; Hosana há, e rezaram Pai Nosso e a Ave Maria. Após se acomodarem na nave da Casa de Deus, os participantes da celebração ouviram a narração do Evangelho (Marcos 15,1-39), com encenação da passagem bíblica.

Com narrativa da coordenadora da Pastoral de Liturgia, Cristiane Lemes, padre Marcos Vinícius interpretou Jesus Cristo, e o ministro Extraordinário da Eucaristia, Renato Gonçalves, fez o papel de Pilatos.

Alguns agentes da liturgia representaram o grupo de pessoas que gritava a Pilatos para crucificar Jesus, levando-o à morte na cruz (Filipenses 2,611).

A encenação versou sobre os sumos sacerdotes e mestres da lei levando Jesus a Pilatos, que o interrogou se Ele era o rei dos Judeus? Jesus respondeu que Pilatos é quem dizia. Após a encenação, padre Marcos realizou a homilia, resumindo: “A Palavra diz que eram muitas as acusações que pesavam sobre Jesus.

Por isso, além de ter sido injustiçado, sofreu bofetadas, cusparadas e ainda lhe colocaram uma coroa de espinhos na cabeça.”

Considerando contraditória a multidão da época, que num momento aclamou Jesus e no outro pediu para crucificá-lo, o presbítero observou que também a pessoas também crucifica os irmãos no dia a dia. “Dizemos que os amamos, mas, se cometerem deslizes, já os condenamos e não falamos mais com eles.

Tiramos deles até o direito de desejar-lhes um bom dia!”, salientou o pároco. Encerrando a homilia, o padre desejou “que Deus nos abençoe e que sejamos fortalecidos em Cristo nesta Semana Santa”.

A programação dessa Semana Santa, segue nesta terça-feira (27), às 20 horas, com encerramento da Campanha da Fraternidade. Quarta-feira (28), às 20h, Ofício das Trevas; quinta-feira (29), 20h, missa de Lava-pés; sexta-feira (30), às 15h, Celebração da Paixão de Cristo; sábado (31), às 19h, Vigília Pascal; domingo, 1º de abril, às 8, 10 e 19h, o padre estará celebrando as missas da Páscoa.

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