A Igreja Católica sempre foi caracterizada pelo sistema rígido, rigoroso e considerado por muitos como arcaico e ultrapassado. A igreja, o Vaticano e seus planos são personificados em uma pessoa, o Papa. Considerado o representante de Deus entre os homens, o Papa sempre foi uma figura sagrada entre os católicos e sempre coube a ele mostrar e guiar a igreja em suas diretrizes e nortear que caminho se deve tomar.

Uma pessoa sagrada e pouco acessível, com ideias fechadas e indiscutíveis, rígido e severo eram os adjetivos que, pela importância do cargo, caracterizavam o Papa. Essa figura perdurou durante séculos, mas a situação começou a mudar com os últimos papas.

João Paulo II deu início a uma onda carismática em torno do Papa, onde ele não é apenas sagrado, ele é amigo e querido entre os fiéis. Bento XVI nem de longe tinha um carisma semelhante, mas teve papel importante e continuou o trabalho de seu antecessor; abriu as portas do Vaticano para o mundo, colocando em discussão temas importantes que afetam a igreja em sua espinha dorsal, como casos de pedofilia cometidos por padres.

Pela primeira foram confirmados e tiveram apoio para serem combatidos. Francisco, o Papa que depois assumiu o cargo, representa sem dúvida a grande mudança em referência ao sumo pontífice, pois é impossível não ver sua figura como uma pessoa boa, generosa, humilde e que em verdade assume a pobreza em nome de Deus.

A eleição de Jorge Mario Bergoglio como Papa trouxe sem dúvida uma série de novidades, começando pela posse do pontífice, que se deu sem a morte do Papa que estava no comando.

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Religião Opinião

Bento XVI simplesmente renunciou, alegando cansaço e dando espaço para eleição de um novo Papa. Mas, o que encanta no Papa? Simplicidade. É o que se diz quando se pede para resumir Francisco em uma palavra. Desde do momento de sua posse e até hoje, a humildade de Francisco encanta a todos. Se negou a usar peças tradicionais de ouro que normalmente os líderes católicos usam, deixou o quarto oficial, alegando ser muito grande e dizendo que não necessitava de tanto luxo, mandou instalar chuveiros em torno do Vaticano, para atender aos andarilhos, passeia de carro aberto e não pensa duas vezes em abrir as janelas para dar a bênção aos fiéis ou até mesmo descer para fazer uma prece a alguém necessitado.

Mas não são apenas os atos de bondade. Suas ideias e o modo como tem levado a igreja nos surpreendem. Pela primeira vez tenta abrir caminho e atrair o público homossexual para dentro da igreja, deixando claro que a função da igreja é ajudar e não condenar, e dialoga com líderes de outras religiões, no intuito de diminuir os conflitos e buscar a paz. Francisco vem atendendo às necessidades da igreja e quem sabe ele será a figura que venha a fazer, de fato, uma revolução dentro da Igreja Católica.

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