Cada dia uma cidade sem água. Um bairro atingido. Uma pessoa sofrendo e o politico dizendo que vai utilizar a água de uma represa (Billings), onde já foi constatada diversas doenças e sujeiras ao redor e dentro do reservatório. Poucos devem se lembrar, que o governador Geraldo Alckmin, ao vivo durante o debate para defender sua reeleição, afirmou que não tínhamos problema com água.

Agora, leitor, eu pergunto, o que seria o que estamos passando agora, uma marola? Posso afirmar que não. É pior, e todos vamos sofrer com a falta de água no estado.

A natureza pode ter sua parcela de culpa, porém muito menor do que de quem é mandatário do Estado.

Todos os dias abrimos um jornal, ouvimos nas rádios ou mesmo assistimos na TV medidas para conter a crise hídrica, mas o que presenciamos é uma desculpa atrás da outra e medidas desesperadoras. Por exemplo, a Sabesp, disponibilizou em seu site uma aba chamada "Calculadora dos sonhos", em que enxergamos um pesadelo, porque lá indica quando o bombeamento de água para fornecer a população será reduzido.

Isso está errado. Porque nós, contribuintes do Governo, não devemos pagar pela incompetência. A que ponto chegamos? Recebemos o líquido mais natural do planeta como se fosse um empregado acertando bases de contrato com a empresa.

Isso é um absurdo. Devemos reclamar sim! E com todas armas possíveis, uma das mais provenientes do momento são as redes sociais. Elas são um termômetro entre o povo e os atos que acontecem no país. Mobilizações desse tipo devem mostrar a dimensão para quem estiver analisando o caso de um passo errado ou certeiro na tentativa de solucionar o problema.

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Agora, diversos especialistas dizem que pouco se pode fazer. Isso é claro, mesmo a pessoa que menos entende do assunto sabe que tudo já saiu do controle, porém inúmeras matérias foram veiculadas, dizendo que isso deveria ter sido previsto e construções de reservatórios eram necessárias nos arredores da cidade, mas ninguém tomou conhecimento e assumiu o problema. Esse é o famoso "jeitinho brasileiro". Tudo pra depois e lá na frente escolhe-se um culpado aleatório, e, neste momento, só uma parte da história é culpada: a natureza.

O fato é que o caos já se instalou. Resta agora tentarmos nos adequar e cobrar daqueles que são responsáveis por isso.

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