Avaliar um aluno não é tarefa fácil para os professores: eles têm que fugir dos métodos tradicionais de ensino e oferecer um ensino de qualidade a um público exigente. Esse público envolve não só os alunos, mas a família desses alunos. Caso ocorra qualquer dificuldade de aprendizagem dos discentes, geralmente, é o professor que leva a culpa. Porém, é sabido que isso não é verdade, pois a maior parte dos docentes possui compromisso com a avaliação de aprendizagem dos alunos.

A concepção de avaliação nas escolas necessita mudar. Deixar padrões antigos, que ao invés de somar quantidades de alunos possa formar os discentes atendendo às necessidades de toda a comunidade escolar.

A avaliação da aprendizagem é um recurso pedagógico que está presente na vida de todos que estão compromissados com a Educação. Ela auxilia ao educador e ao educando na construção do ensino e aprendizagem de forma acolhedora, sem julgamentos prévios.

Não se pode confundir avaliação com exame, pois o exame exclui, classifica, não acolhe, já avaliação inclui, constrói, acolhe e busca o melhor resultado possível.

A avaliação da aprendizagem primeiro acolhe, depois toma um diagnóstico e por fim decide. Ela atua numa relação dialógica, que constata, qualifica e toma decisões baseadas no diagnóstico. A prática da avaliação terá sustentação quando há um planejamento que faz mediação entre a teoria e a prática, gerando assim bons resultados.

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Enfim, a avaliação da aprendizagem envolve democracia, acolhimento do educando sem discriminação, buscando diagnosticar (através da constatação, qualificação e uso de instrumentos pedagógicos) e tomar decisão que atinja o melhor resultado possível.

Caso se vá avaliar a qualidade do ensino nas escolas públicas e privadas será notada uma grande diferença nos resultados. A aparência é de que a avaliação nas escolas privadas ultrapassam, em qualidade, as escolas públicas.

Entretanto, devem ser avaliados diversos fatores e tipos de aprendizagem antes julgar quem é melhor ou pior.

Investir em políticas públicas que beneficiem o ensino também é essencial para melhorar a qualidade do ensino no Brasil.

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