Em 2013, assistimos às manifestações que ocorreram em todo o Brasil. Naquela ocasião, o movimento PASSE LIVRE iniciou passeatas na cidade de São Paulo, protestando contra o aumento de vinte centavos no transporte rodoviário público. A ação violenta da polícia provocou indignação na população, atraindo mais pessoas as ruas. Em outras cidades brasileiras, o movimento também ganhou adeptos e através dos slogans: "Vem pra rua", "o gigante acordou", dentre outros, a população "invadiu" as ruas.

A população ganhou força, voz e poder. Eles pediram educação, saúde, votação de leis e tantas outras coisas. A PEC 37, por exemplo, foi arquivada, graças às manifestações que tomaram conta do país.

Mas como o protesto inicial pelo aumento das passagens em São Paulo ganhou tanta expressividade? Simples, devido a força das mídias sociais. Elas são as novas armas encontradas para reunir o povo e fazer eventos gigantescos, nos quais, todo participante pode convidar milhares de outros.

No próximo dia 15, um novo grupo sairá as ruas. Pessoas que pedem o impeachment da presidente. Ninguém sabe ao certo quem está organizando o evento. Milhares de convites foram espalhados via facebook, whatsaap e diversas mídias sociais. A rede de televisão anuncia tal fato, mas a verdade é que ninguém sabe quais são as pautas. Movimentos sem líderes, ou com múltiplos líderes são fadados ao fracasso?

Não perca as últimas notícias!
Clique no tema que mais te interessa. Vamos te manter atualizado com todas as últimas novidades que você não deve perder.
Política Opinião

Ou será que o grupo no passado chamado de anarquista ganhará força e expressividade no século XXI.

As mídias sociais são ótimos veículos de comunicação e de mobilização. Que o diga os famosos "rolezinhos", organizados por jovens da periferia, que causaram tanto alvoroço na classe média-alta frequentadora dos shoppings. As novas mídias revolucionam o jeito de mobilizar as pessoas. Só falta definir quem é o líder e como ele vai informar aos participantes o que o movimento realmente planeja e/ou pensa.

Dia 15, pessoas sairão às ruas, com pautas pouco definidas, afinal, elas acabaram de sair do processo democrático chamado eleição e foram convocadas, logo após, para pedir que a presidente eleita não assumisse o poder. Agora, menos de três meses após Dilma Rousseff assumir o segundo mandato, manifestantes, com a pobre argumentação de falha nas urnas eletrônicas, pedem impeachment. Então, esses estão alegando que o processo democrático não é válido, pois, não representa os seus interesses.

Isso mostra como as mídias sociais é o novo mecanismo de domínio da população. Basta saber quem é o mentor e quem tomará conta dessa nova forma de ver o mundo.

Não perca a nossa página no Facebook!
Leia tudo