Jane Aparecida Jardim, de apenas 27 anos, finalmente confessou ter espancado e matado o próprio filho, Adriano Henrique Jardim Ramos, de apenas 5 anos, utilizando vassoura, chinelo e cinto. A criança não resistiu a série de agressões da mãe e faleceu no dia 27 de fevereiro 2015.

O homicídio aconteceu na zona rural da cidade de Cristais Paulista/SP, região de Franca. Jane confessou o crime nesta quarta-feira, 4 de março de 2015.

A criminosa havia informado que teria agredido o filho, pois ele defecou na roupa. Este é um motivo totalmente fútil. Entretanto, após ser levada para a cena do crime para fazer a reconstituição, ela mudou o depoimento. Jane disse que a criança sujou a roupa devido às agressões. De acordo com a assassina, o espancamento começou por volta das 8 horas e terminou às 13 horas, ou seja, uma sessão de 5 horas de surra.

Ela confessou que bateu no menino com a vassoura, conseguindo quebrar o pedaço de pau no abdômen e no joelho do filho de 5 anos.

Esse fato causa indignação em toda a sociedade, não é possível nem sequer imaginar a surra e a dor que o menino sofreu. A criança foi internada no dia 26 de fevereiro 2015, já direto na UTI do hospital Santa Casa. De acordo com os médicos, o quadro clínico do garoto era de traumatismo craniano.

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Opinião

Após a morte, os médicos especialistas e os peritos da Polícia Civil analisaram o corpo de Adriano. De acordo com o laudo pericial, a morte decorreu de lesões na cabeça, no pescoço, além das marcas de mordida na região do tórax e abdômen.

Após ser presa em flagrante e confessar o crime, Jane Aparecida Jardim está presa na Penitenciária Feminina de Tremembé. Ela foi indiciada por homicídio doloso qualificado, ou seja, quando a pessoa comete o crime com a intenção de matar, sem dar chance de defesa para a vítima e por motivo fútil.

A pena prevista pelo Código Penal estipula a pena máxima para esse crime, que é de 30 anos de prisão.

Um crime bárbaro e covarde como esse fortalece os pedidos pela revisão do Código Penal. É necessário implementar a prisão perpétua e pena de morte. O Adriano Henrique, uma criança, faleceu por um motivo banal. Enquanto a mãe, que o matou, estará livre daqui a alguns anos. Isso é justo?

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