O que vale a pena: cair das nuvens ou do terceiro andar? Constantemente vemos nas sociedades antigas e modernas famílias consideradas abastadas perdendo tudo e vivendo consequentemente de aparências. Muitos pais, sabiamente, conseguiram projetar verdadeiramente fortunas dificilmente alcançáveis e seus seus filhos incrivelmente tiveram o dom de destruir o império. Qual a razão? Falta de preparo? dificuldades diante do cenário econômico do país?

afinal, é mais fácil adquirir um patrimônio ou mantê-lo?

Essas questões remetem às pesquisas que muitos povos fazem. Gerações nobres adquirem grandes riquezas e títulos e seus descendentes inevitavelmente acabam perdendo. Qual o segredo da manutenção desta herança?

A Família de George Washington bem o sabe, pois após a morte do patriarca, Augustine Washington, tiveram que descobrir formas de se manterem, preservando as aparências de uma vida de realeza e hoje, provavelmente os Estados Unidos não seriam esta potência se o comandante do Exército Continental na Guerra da Independência (guerra entre a Grã-Bretanha e Estados Unidos, França, Países Baixos e Espanha), George Washington, não fosse tão vaidoso.

No século XVIII a aparência de um cavalheiro era de extrema importância, tal qual sua comprovação de nascimento. George Washington era fruto de uma família abastada financeiramente e bastante influente. Porém, quando seu pai morreu, a fortuna ficou com os primeiros herdeiros - frutos do primeiro casamento - Lawrence e Augustine Júnior. Nesta época, George - com 11 anos de idade -, sua mãe e irmãos ficaram em uma situação financeira difícil.

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No entanto, sua mãe não permitiu que esta situação se tornasse pública e assumiu uma vida de aparências.

De acordo com pesquisa realizada pela Fundação George Washington e a Virgínia Commonwealth University, Mary Ball - mãe de George - fez questão de investir na aparência e manutenção do status social, aguçando a criatividade. Existem indícios que a família montou um 'laboratório de beleza' no fundo da casa.

Assim, adereços como peruca, bobes, pós compactos e outros cosméticos passaram a ter soluções alternativas para garantir a ostentação da família. Receber bem as visitas passou a ser uma verdadeira arte.

É comum verificar nas camadas sociais altas do Brasil (alta socialite), o sacrifício que sobrenomes nobres fazem para se manterem na camada privilegiada de forma a darem continuidade no nome de suas famílias.

Afinal, pelo visto, este é o maior patrimônio, pois o essencial é preservar seu lugar na história.

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